Hoje ela vem os carros

Que os preços dos carros são altos no Brasil , ninguém discorda. Impostos, gastos por problemas de infraestrutura e percentuais de lucro mais altos que em outros países explicam essa questão. Consumidores de faixas etárias mais elevadas, inclusive, chegam a afirmar que os veículos de hoje custam muito mais que os de 20 ou 25 anos atrás. Os 18 carros mais fáceis de vender. Uma pesquisa divulgada em março mostrou quais carros os lojistas mais procuraram no ano de 2016 na hora de refazer o estoque. Ela leva em consideração o volume de comercialização de cerca de 1,5 mil concessionárias e 20 mil revendedores. O Hyundai HB20 tem a versão Sense 1.0 como a opção mais barata, e ela vem equipada com motor 1.0 de 3 cilindros e 80 cv. Entre os itens de série, destaque para direção elétrica, ar ... Eletricidade para movimentar os carros já é uma realidade, ok. Mas como ela é usada para substituir os atuais motores é que faz toda a diferença… Os carros híbridos, que unem o trabalho de um motor convencional a combustão e outro – ou mais de um – elétrico, são muito mais viáveis e vão muito além dos carros 100% elétricos ... Os completamente autônomos, ou seja, capazes de lidar com todos os aspectos da direção sem nenhuma intervenção humana, são os carros de nível 4 e 5. Há quem diga que eles estarão por aí em 2030. No nível 3, você não está dirigindo, mas o sistema ainda pode pedir sua ajuda. Ela vem desde sempre ofertando produtos elétricos e híbridos, sendo a terceira marca que mais vende esse tipo de veículo (ela ainda perde para a Toyota, por causa do Corolla, e para a Volvo). O que está acontecendo com os carros de hoje em dia? ... Normalmente, ela SEMPRE vem à mente quando acontece um percalço. Antigamente (tipo, nos tempos dos saudooooosos Opalas que o Joker tanto ama) o sujeito batia o carro a 240 km/h, o carro não sofria nada (talvez um arranhão ou outro), mas o infeliz se quebrava todo…. Até hoje o Nissan Leaf é o mais popular entre os carros elétricos em todo o mundo. Talvez isso se deva ao fato de ele ter sido o primeiro veículo desse tipo, que surgiu ainda em 2010. No Brasil inicialmente o modelo começou a ser oferecido por 178 mil, e depois sofreu um aumento no preço, que atualmente está próximo de 200 mil reais. Em 1978 a Fiat revolucionou o mercado brasileiro com uma picape compacta, a 147 pick up. O pioneirismo foi muito bem-vindo e, até hoje, 42 anos depois, quem precisa de um veículo acessível para transportar cargas na cidade ainda é grato. Não é à toa que a Fiat Strada é, há anos, um dos ... Os carros sempre foram motivo de sonho de consumo para muitas pessoas, porém com o passar dos anos deixou de ser luxo para tornar-se necessidade. Nesse artigo vamos falar sobre Nomes de Carros. Estima-se que nos dias de hoje, entre 50 e 60% das famílias no Brasil, possuem ao menos um veículo de quatro rodas.

U wot m8? Estórias de um gajo que se mudou para o UK [Capítulo 0: Introdução]

2020.09.18 14:34 UninformedImmigrant U wot m8? Estórias de um gajo que se mudou para o UK [Capítulo 0: Introdução]

Post anterior: https://www.reddit.com/portugal/comments/itrx1l/estou_a_pensar_escrever_uma_s%C3%A9rie_de_textos_sobre/
Olá amigos.
Perguntei-vos se estariam interessados numa série de posts acerca da minha experiência enquanto emigrante no UK. A resposta pareceu positiva, por isso vou começar a publicar o que vou escrevendo. Este primeiro post serve de introdução para ditar o mote dos restantes; aproveito para deixar aqui uma série de notas que depois escuso de repetir nos seguintes.

Que merda é esta?

Há-de ser um relato mais ou menos organizado da minha vivência como emigrante, escritos de forma predominantemente episódica. Cada capítulo pretenderá abordar um tema diferente que, na minha opinião, poderá afectar outras pessoas na mesma situação que eu. Basicamente, cada capítulo relatará grosso modo uma situação que me fez pensar "puta que pariu, porque é que não me disseram isto antes?"
Mais concretamente, quero:
Antes de começarmos, algumas coisas importantes de referir:

O que é que vem a seguir?

Este post é uma introdução muito básica ao "projecto" que estou a começar. Neste momento tenho esta introdução escrita, e mais alguns capítulos pensados e alinhavados. Para já, tenho alguns temas principais acerca dos quais gostaria de (ou comecei a) escrever:
Não os vou escrever por ordem, garantidamente. Sintam-se à vontade para sugerir tópicos, já acrescentei um ou outro de comments no outro post. Vou tentar manter os posts ligados uns com os outros com um índice ali no topo.

Quem és tu, e porque é que hei-de querer saber disto?

Por razão nenhuma. Lê este; se gostares, provavelmente vais gostar do resto. Se achaste que é só um gajo a dissertar sobre temas da vida, então acertaste na mouche. Se não gostas de gajos a dissertar sobre temas da vida, talvez não gostes disto.
Eu sou um gajo qualquer, suspeito que parecido com muitos vós: casa dos 30, carreira em tecnologia, mania que é esperto, emigrado recente. Acho que a minha experiência enquanto emigrante é deprimentemente mediana, e é aí que vejo o valor deste esforço. Entre decidir que queria vir e o dia de hoje, passei por uma série de situações que suspeito que muitos outros também atravessaram, e para as quais gostaria de ter tido aviso. Alguns exemplos de que me lembro de repente:
Eu também não sabia de nenhuma destas (e outras coisas), e às vezes saiu-me do bolso não saber disso.
A minha experiência provavelmente foge da média em alguns aspectos cruciais: não vivo nem trabalho numa cidade, vim já com um contrato de trabalho permanente assinado, e por aí fora. Escrever sobre alguns desses aspectos talvez passe a ser mais um exercício de memória pessoal que outra coisa, ou talvez as minhas peripécias pessoas ressoem com alguém, logo vemos.

Motivação

Um bocadinho do que está por trás das razões que me trouxeram para aqui:

Porquê NÃO emigrar?

Quando fui entrevistado para a posição em que estou agora, o entrevistador final (depois de umas 5 entrevistas para a mesma posição) perguntou-me: "estás nessa empresa há coisa de um ano, porque é que te queres mudar?". A minha resposta foi simples: não quero.
Em Portugal a vida tem uma leveza que não consigo encontrar em mais lado nenhum. Ganha-se pouco, é certo, e as oportunidades são muito limitadas, mas:
e por aí fora. A minha vida em Portugal era de uma tranquilidade incrível. O trabalho era especializado e pouco exigente, trabalhava com amigos de longa data na minha área de formação (que adoro). A minha rotina estava extremamente solidificada, vivia numa cidade que adoro (ah Coimbra!), conseguia-me facilmente sustentar, vivia numa casa boa numa zona boa. Visto de fora, tudo estava OK. A opção fácil teria sido deixar-me ficar; tinha facilmente emprego para a vida e poucas chatices.
Ainda assim...

Porquê emigrar?

Há uma certa insatisfação que vem com o saber que chegaste ao topo muito cedo, e que o topo não é tão alto como querias. Eu sou extremamente ambicioso, não do ponto de vista materialista e egoísta, mas mais numa eterna ânsia de ser melhor no que faço. Eu tive a espectacular sorte de escolher uma profissão pela qual me apaixonei, e de ter conseguido sempre trabalhar nela estes anos todos. O meu trabalho foi aparentemente tendo qualidade, e fui indo por aí acima. Um mestrado vira doutoramento, que vira bolsas, que vira escrita de projectos, que vira posições em empresas, que vira posições séniores.
No entanto, há um tecto máximo para o que se pode fazer em Portugal na minha área: o mercado é dominado por empresas muito pequeninas, altamente subsidiodependentes, e nas quais honestamente não vejo futuro. Eu não quero passar o resto da minha vida profissional a trabalhar num "one-man army", eternamente a desenvolver soluções que nunca vão vingar porque, convenhamos, há limites para o que uma equipa pequena consegue fazer. É extremamente descolhoante ver o nosso trabalho, que toda a gente diz que é muito bom, ficar perpetuamente atrás por falta de recursos, ou manpower, ou investimento, ou o que lhe quisermos chamar. Dei por mim a tornar-me uma pessoa frustrada, daquelas que vêm as notícias e dizem mal de tudo, mesmo do bom; pequenino e sempre zangado. Decidi procurar outras coisas.
Mudei-me para o UK com contrato assinado para uma multinacional gigantesca, bom salário, boa zona do país e, acima de tudo, projectos incríveis desenvolvidos por pessoas com as quais tenho aprendido muito. Estou novamente no caminho certo.
Eu não me mudei pelo clássico "ganhar mais". Obviamente que triplicar o salário de um dia para o outro é fixe, obviamente que é fixe comprar carros a pronto (mais sobre isso mais tarde), obviamente que ir às compras e nem olhar para a conta é bom; mas há mais que mova um gajo. O salário é um factor, mas é um factor.
Abraços, e obrigado por virem à minha TED talk.
Edit: desculpem a formatação manhosa no início, esqueci-me do modo markdown.
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2020.09.17 12:41 jogadoria Qual o problema do brasileiro médio no trânsito?

Sério, eu vejo cada merda no trânsito que eu realmente fico sem entender o que se passa na cabeça da galera. E com "merda" não tô falando aqui necessariamente de infrações mas simplesmente de comportamentos burros/escrotos, mesmo. Algumas coisas que me vêm à cabeça agora:
  1. Hoje, na Dutra, eu na faixa da direita seguindo o fluxo a uns 80 km/h, vem uma picape pela faixa da esquerda a uns 100 km/h (beleza, o limite lá é de 110, e o cara aparentemente não tava correndo, só queria alcançar o fluxo [lá na frente a da esquerda devia estar a uns 90 km/h]), chega no radar o cara freia tanto que eu, mantendo a velocidade, passo por ele, aí logo na sequência ele acelera e volta a me passar (ou seja, o cara reduziu exclusivamente por conta do radar, e pelo menos aquele trecho é super bem sinalizado e não há variação de velocidade, então não cabe também a desculpa do "mas a velocidade muda tanto que eu nem sei quanto era aqui"). Tipo, o cara deve ter reduzido pra uns 60, 70 km/h quando sequer havia a necessidade de reduzir (o limite é de 110!!!), ele poderia ter até acelerado um pouco que ainda não ia tomar multa...
  2. Direto na Marginal ou na 23 de Maio vejo aquela galera que não consegue ficar numa faixa, se a do lado começa a andar 2 km/h mais rápido o cara já dá aquela embicada com o carro, entra, aí volta, depois muda de novo... Até que lá na frente você, que não mudou de faixa, olha pro lado e percebe que acabou de passar o alfaiate/jardineiro.
  3. Naquela rua de mão dupla que já é meio estreita e, apesar de não ter placa de proibido parar e/ou estacionar, a galera para o carro de qualquer jeito, longe pra caramba da guia, de modo que simplesmente corta o fluxo, um lado tem que ficar parando pra dar passagem pro outro, quando se o cara parasse direitinho até daria pra conciliar os dois sentidos.
  4. Quando tá aquele trânsito pesado mas ainda fluindo bem, o cara sai de trás de você, te ultrapassa daquele jeito, e continua na tua frente numa boa. Tipo, qual o sentido, o cara tava com pressa pra ultrapassar um mas não o resto? O que ele ganhou aí, 3 segundos? O cara é tão limitado que não consegue ver que o trânsito tá pesado, que aquele é o fluxo, e não que é você quem está segurando ele?
  5. Eu uso bastante os retrovisores, aí não é raro eu ver o cara do carro de trás reclamando (fazendo cara feia e um sinal de "puta merda, ó lá o cara, tá dando passagem"!! {sabe quando você meio que joga a mão pra frente? É difícil explicar mas é bem característico hahaha]) quando dou passagem pra alguém, seja um pedestre na faixa, seja um carro, ônibus ou caminhão. Dá pra perceber que na cabeça da galera não tem nada que dar passagem, que o trânsito tem que ser bem no cada um por si, mesmo.
  6. Tem também aquela galera que acha que você tem que se desdobrar pra dar passagem pra ela independentemente da faixa em que você esteja. Hoje, numa avenida, eu na faixa do meio (são três) indo no limite da via, vem uma van e começa a colar em mim, dar farol pedindo passagem, tudo isso enquanto a faixa da esquerda estava livre. O cara ainda ficou nessa por uns 200 metros até finalmente resolver me ultrapassar pela direita.
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2020.09.17 12:40 jogadoria Qual o problema do brasileiro médio no trânsito?

Sério, eu vejo cada merda no trânsito que eu realmente fico sem entender o que se passa na cabeça da galera. E com "merda" não tô falando aqui necessariamente de infrações mas simplesmente de comportamentos burros/escrotos, mesmo. Algumas coisas que me vêm à cabeça agora:
  1. Hoje, na Dutra, eu na faixa da direita seguindo o fluxo a uns 80 km/h, vem uma picape pela faixa da esquerda a uns 100 km/h (beleza, o limite lá é de 110, e o cara aparentemente não tava correndo, só queria alcançar o fluxo [lá na frente a da esquerda devia estar a uns 90 km/h]), chega no radar o cara freia tanto que eu, mantendo a velocidade, passo por ele, aí logo na sequência ele acelera e volta a me passar (ou seja, o cara reduziu exclusivamente por conta do radar, e pelo menos aquele trecho é super bem sinalizado e não há variação de velocidade, então não cabe também a desculpa do "mas a velocidade muda tanto que eu nem sei quanto era aqui"). Tipo, o cara deve ter reduzido pra uns 60, 70 km/h quando sequer havia a necessidade de reduzir (o limite é de 110!!!), ele poderia ter até acelerado um pouco que ainda não ia tomar multa...
  2. Direto na Marginal ou na 23 de Maio vejo aquela galera que não consegue ficar numa faixa, se a do lado começa a andar 2 km/h mais rápido o cara já dá aquela embicada com o carro, entra, aí volta, depois muda de novo... Até que lá na frente você, que não mudou de faixa, olha pro lado e percebe que acabou de passar o alfaiate/jardineiro.
  3. Naquela rua de mão dupla que já é meio estreita e, apesar de não ter placa de proibido parar e/ou estacionar, a galera para o carro de qualquer jeito, longe pra caramba da guia, de modo que simplesmente corta o fluxo, um lado tem que ficar parando pra dar passagem pro outro, quando se o cara parasse direitinho até daria pra conciliar os dois sentidos.
  4. Quando tá aquele trânsito pesado mas ainda fluindo bem, o cara sai de trás de você, te ultrapassa daquele jeito, e continua na tua frente numa boa. Tipo, qual o sentido, o cara tava com pressa pra ultrapassar um mas não o resto? O que ele ganhou aí, 3 segundos? O cara é tão limitado que não consegue ver que o trânsito tá pesado, que aquele é o fluxo, e não que é você quem está segurando ele?
  5. Eu uso bastante os retrovisores, aí não é raro eu ver o cara do carro de trás reclamando (fazendo cara feia e um sinal de "puta merda, ó lá o cara, tá dando passagem"!! {sabe quando você meio que joga a mão pra frente? É difícil explicar mas é bem característico hahaha]) quando dou passagem pra alguém, seja um pedestre na faixa, seja um carro, ônibus ou caminhão. Dá pra perceber que na cabeça da galera não tem nada que dar passagem, que o trânsito tem que ser bem no cada um por si, mesmo.
  6. Tem também aquela galera que acha que você tem que se desdobrar pra dar passagem pra ela independentemente da faixa em que você esteja. Hoje, numa avenida, eu na faixa do meio (são três) indo no limite da via, vem uma van e começa a colar em mim, dar farol pedindo passagem, tudo isso enquanto a faixa da esquerda estava livre. O cara ainda ficou nessa por uns 200 metros até finalmente resolver me ultrapassar pela direita.
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2020.09.16 14:16 ErrorAwwMan Pai terrível

Olá gatas lindas, luba, editores e Turminha q dá dindin pro luba! :3
Hoje vim falar sobre: Meu pai ... O msm q eu não vejo há 3 anos.
Meu pai nunca me deu atenção... E quando dava, me levava para casa de estranhos. E me deixava lá sozinha... E também acontecia quando ele me deixava sozinha na casa dele, sem comida e sem proteção pois eu era uma criança pequena q só pensava no Batman. Além disso, ele quase me matou... VÁRIAS VEZES. Como a vez q ele me afogou, na piscina e invés de me ajudar... Ele começou a rir.
Mas tirando isso, ele também maltrava minha mãe, e manipulava os próprios pais, q estão nessa história
Meu desabafo:
Eu já tinha 7 anos, e isso significava muito pra mim... Pois eu não era obrigada a ir pra casa dele (Meus pais são separados) Mas aí, minha avó me ligou do nada, dps de 4 meses... Ela me disse q queria me ver, e q meu pai estava sentindo saudades msm eu sabendo q era mentira (1 pai q fica 4 meses sem falar, ou ver a filha sente saudades?) Mas aí minha mãe ficou full pistola, pois ela sabia de toda verdade! Ela ligou para minha vó e começam a discutir... E eu lembro de+ das palavras q minha avó disse:
"A Fulana é interesseira pq vcs tem carro bom!"
"Se vc fosse juíza, o 'Carls' e o 'Corls' estariam fudidos."
(Naquela hora eu me senti 1 estorvo... E até hoje eu me sinto 1 lixo. Se até seu pai não te ama, quem vai te amar?)
Então, eu não suportei essa mentira... E disse tudo q sentia... Eu disse q eles nunca me deram amor, tanto q meu pai não queria q eu existisse! E eu nunca + quis falar com eles.
(Obs: Minha tia, me ligou dizendo que: Minha bisavó tinha falecido... E tinha me deixado 1 anel, mas como eu disse: Eu não queria + nada com eles. Mas aí vem a pérola; minha avó disse q queira me ver pois estava com saudades, e tem outra: Meu pai não queria que me dessem o anel, pois ele estava com raiva de mim...) E tem outras coisas envolvidas com religião, q eu não vou falar...
Então foi isso lubixco e pessoas q estão lendo! Você é meu YouTuber favorito, e sempre me inspirou! Obrigada luba <3
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2020.09.14 13:44 JustCallMeLyraM8 GT DA BROTHERAGEM

GT DA BROTHERAGEM
/cc/
>eu tenho um amigo bem próximo
>amigo não
>ele é tipo um irmão
>amo aquele filho da puta
>vamos chamar ele de Maicão
>nos conhecemos no jardim da infância
>dividíamos o todynho e o biscoito passatempo no recreio
>bolachaéocaraio.mp3
>estudamos na mesma turma até a quinta série quando os pais dele se mudaram pra longe da escola
>ele continuava morando na mesma cidade, mas tava numa escola diferente
>ainda assim nos víamos todos os fins de semana
>nossas famílias se tornaram amigas também
>tudo era um mar de rosas até o final de 2004
>ano 2005
>entra uma aluna nova na minha turma
>o nome dela era Thais
>lembro como se fosse ontem do momento em que ela entrou na sala
>tudo parecia ter ficado em câmera lenta
>o sol batia nela
>o ventilador soprou seus cabelos
>ela marchava como uma égua manga larga do trote formoso
>paudureci naquele exato momento
>o foda é que eu tava em pé naquela hora e a primeira aula era de educação física
>short.gif
>todo mundo da sala começa a rir de mim e a gritar
>me chamaram de pau retrátil porque foi só a menina aparecer que ele subiu
>morri de vergonha naquela hora
>sentei na cadeira e pus a mochila no meu colo
>eu só queria sumir
>até a professora riu
>mas a Thais não
>ela sentou atrás de mim e disse pra eu não ligar pra eles e que eu ficava lindo com vergonha
>caraio vei não pude acreditar
>eu era tão tímido que pedi pra ir no banheiro na mesma hora e fiquei trancado lá até a hora do recreio
>quando o recreio chegou eu pus o dedo na goela na frente da sala dos professores
>acho que vomitei até meu intestino naquela hora
>comecei a dizer que tava passando mal
>os professores me liberaram da escola e fui pra casa mais cedo
>chego em casa e passo a tarde toda tendo fantasias masturbatórias com a Thais
>eu era tão beta quanto aqueles peixes de briga
>quando a noite chega eu corro pra casa do Maicão
>conto tudo pra ele feliz da vida
>Maicão fica feliz por mim
>brodagem.rar
>segue o jogo
>durante o resto do ano eu iria me aproximar cada vez mais da Thais e me afastar cada vez do Maicão
>ele dizia que ela tava me afastando dele mas eu discordava
>dizia que era coisa da cabeça dele
>o tempo passa
>a Thais é promovida à pitanguinha e a distância entre mim e meu brother ia aumentando cada vez mais
>um dia briguei feio com o Maicão quando ele disse que ela tava cmg só por conta do meu dinheiro
>eu não era rico, mas da escola eu era o mais bem de vida
>meu pai era o único que não tava preso e não trabalhava com drogas
>minha mãe não trabalhava na zona
>zoas ela trabalhava sim
>ela agenciava a tua mãe, aquela puta boqueteira
>zoas de novo, minha mãe era artista plástica
>um dia eu acabo falando pra Thais que o Maicão tava se sentindo escanteado
>ela começa a me dizer que era inveja do nosso relacionamento e que ele só queria nos separar
>acabo dando ouvidos a ela e brigando feio com ele
>putaquepariuqueburrice
>nunca devia ter dado ouvidos à ela
>foco no gt
>paro de falar com o Maicão e cada vez mais me entrego pra a Thais
>toda semana era cinema
>lanche na Mc Donald’s
>roupa na Marisa
>minha mesada começou a ser exclusivamente dela
>um belo dia recebo uma mensagem do Maicão dizendo que a Thais tava me traindo
>respondi mandando ele tomar no cu
>ja faziam uns 5 meses que eu não falava com ele e do nothing ele vinha com um papo desses
>ele disse que eu devia ficar atento aos sinais
>não dou a foda pro que ele diz e continuo o namoro
>na semana seguinte vejo ela com uma marca roxa no pescoço
>ela diz que tinha caído da escada
>eu disse que acreditei mas fiquei desconfiado
>nada me tirava da cabeça oq o Maicão tinha me dito
>procuro ele e conto oq aconteceu
>diferente de mim ele não era um filho da puta
>Maicão me ove e depois me conta tudo que sabia
>a Thais tinha vindo da escola em que ele estudava
>ela era conhecida como viúva negra na escola
>ela se prendia à um macho e sugava tudo dele até ele não ter mais nada
>sim, ela tmb sugava o pau
>não, ela não tinha sugado o meu ainda
>Maicão continua a história dizendo que tinha visto ela saindo da casa de um carinha que morava no mesmo bairro dele
>até aí não vi nada demais
>mas ele me disse que ela tinha dado um beijo na boca do cara na saída e quando virou de costas o cara deu um tapa na bunda dela
>ÉOQ?!
>aquela vadia não tinha nem sequer me deixado pegar na bunda dela ainda
>dizia que era só depois do casamento
>eu era beta betoso full +15
>ela me levava pra igreja todo domingo
>acreditava nela sem questionar
>caio no choro e o Maicão me consolou
>disse que eu não tava sendo um bom amigo mas que ele nunca deixou de me ter como irmão
>bolamos desmascarar ela juntos
>ela ia pra casa dele toda sexta de noite
>realizo que era a hora que a mãe dela saía de casa pra ir pro culto de oração da igreja
>caraio_como_sou_burro.jpeg
>chifre.rar
>no dia seguinte falo com a Thais como se nada tivesse acontecido
>ela diz que me ama
>digo que amo ela tmb
>caraio, eu queria matar ela ali naquela hora
>mas amava aquela desgraçada
>feelsbad.png
>sexta feira
>19h
>tava com o Maicão escondido na rua da casa dela
>avistamos a mãe dela saindo de casa
>corremos pra mãe e contamos a história
>mãe não acredita, mas topa ir com agnt até a casa do talarico
>19:30h
>Thais sai de casa com um short enfiado no cu
>pqp pra quê enfiar tanto ssaporra?
>tava tão fundo que ela devia ta sentindo do gosto dele
>seguimos ela de longe
>a vadia entra na casa do moleque
>nessa hora a mãe dela já queria matar ela, mas eu fiz ela esperar
>entrei dando um chutão na porta da frente
>queria pegar ela com a boca na botija
>e consegui
>infelizmente a botija em questão era a rola do cara
>ela tava engolindo o pau daquele moleque com uma facilidade absurda
>nem sua mãe consegue engolir minha piroca tão fácil
>foco no gt
>Thais leva um susto tão grande na hora que morde o pau do cara
>num ato reflexo por conta da dor o cara da um murro na cara de Thais
>ela cai no chão
>a mãe dela comeca a bater nela com uma havaianas e depois começa a arrastar ela pelos cabelos pra fora de casa
>a Thais é arrastada pela rua até chegar em casa
>racho o bico com a cena como mil hienas comemorando a morte do Mufasa
>peço perdão pro Maicão pela cagada que fiz
>Maicão diz que fui um idiota, mas que era o irmão dele e que nada iria nos separar
>dois dias depois Thais chega na escola toda roxa
>tinha apanhado tanto que o conselho tutelar tirou a guarda dela da mãe
>ela chega perto e diz que quer falar CMG
>ignoro
>ela me puxa pelo braço, olha no meu olho e diz:
>como vc descobriu?
>digo que o Maicão me contou tudo
>ela diz que vai pra um orfanato hoje. Só foi na escola buscar sua transferência.
>Kkkkkjkkjjjk
>ela diz que eu posso rir agora, mas quem ri por último ri melhor. Disse também que nunca iria esquecer aquilo e que o Maicão iria pagar por ser x9
>puxo meu braço, dou as costas e vou embora
>ano 2016
>terminei a escola e faço faculdade
>Maicão faz o mesmo curso que eu e estudamos na mesma turma novamente
>full brothers +15
>desde o episódio com a Thais nunca mais tínhamos brigado
>trabalhávamos, tínhamos nossa independência
>tudo ia bem até recebermos o convite para uma festa que rolaria naquela noite
>eu e o Maicão dividiamos o apartamento agora
>o convite veio por baixo da porta dentro de um envelope
>open_bar.jpeg
>o envelope vinha com 2 pulseiras
>as pulseiras davam acesso à área vip da festa onde rolaria os alcoolismo
>ficamos relutante por um momento até abrirmos a carta
>a carta tava endereçada à mim e ao Maicão
>era uma letra de mulher
>não tinha muita informação só dizia que não deviamos perder a festa por nada e que lá tudo seria explicado
>não tinhamos nada à fazer então topamos
>22h
>party.time.jpeg
>logo de cara fomos recebidos por duas loiras peitudas que estavam de camisa branca
>ambas estavam dançando na entrada da festa enquanto se molhavam com uma mangueira
>séélococuzão.rar
>a festa tinha uma proporção de 4 depósitos para cada homem
>a cada dois homens, um era gay
>era tipo o plenário da câmara dos deputados só que ao contrário
>quando entramos no salão principal todo mundo virou pra a gente
>tipo aquela cena do universidade monstro
>as depósitos cochichavam entre elas
>pensamos que tinha algo errado conosco mas a vdd é que éramos os caras mais lindos dali
>na vdd nem éramos isso tudo, mas tínhamos rola e éramos heterossexuais
>feelsalpha.png
>fomos andando até a área vip
>a decoração da festa era cheia de fotos de uma depósito
>era uma ruiva 10/10
>a festa devia ser dela
>tive a impressão que ja tinha visto ela em algum lugar
>áreavip.gif
>a área vip era lotada de bebidas
>não tinha uma depósito abaixo de 8/10
>no buffet tinha camarão e lagosta
>mano do céu era a festa mais foda que eu ja tinha ido
>quando olho pro lado ta o Maicão atracado com uma mina
>dois minutos depois a mina larga ele e agarra outra mina
>ÉOQ?!
>aquilo tava parecendo um bacanal grego
>uma coisa no entanto me incomodava
>quem teria nos convidado?
>avisto a anfitriã da festa, aquela ruiva 10/10
>ela se aproxima de mim lentamente
>mano do céu, paudureci na hora
>só conseguia imaginar eu enfiando o pau tão fundo nela que quando eu terminasse ia ta na camada do pré-sal
>a calça aperta e ela percebe que estou preparado para o abate
>fico sem graça e tento disfarçar
>ela vem por trás de mim, ri e diz que eu fico lindo com vergonha
>gelei na hora
>caraio, era a Thais - pensei
>pergunto se ela era a Thais
>ela ri e me chama de idiota.
>diz que seu nome é Raquel
>caraio, ela nao tinha nada a ver com a Thais
>errei feio, errei rude
>pensei que tivesse estragado minha chance
>raciocinando com a destreza de um crackudo na fissura e digo:
>é porque thaislinda com essa roupa
>ela ri, eu rio, segue o jogo
>nessas horas eu nem sabia mais que existia um Maicão
>só pensava em mergulhar naquelas tetas magníficas
>na boa, se ela fosse minha mãe eu mamaria até hj
>quando olho pro lado o Maicão tava agarrado com duas ao mesmo tempo
>bodyshot.gif
>caraio o Maicão tava levando uma surra de peito na cara enquanto bebia e eu no 0x0
>me aproximo da ruiva já na maldade
>ela chega do meu lado
>põe a mão no meu ombro e fala na minha orelha direita:
>quem é esse teu amigo?
>poooooooooooorra.mp3
>o moleque ja tinha catado duas e agora ia catar a ruiva
>tive vontade de mandar ela se fuder, mas ele era meu brother, não podia prejudicar ele
>nenhuma depósito ficaria entre nós
>não deu nem 10 minutos do momento que disse o nome dele pra ela e ela ja tava agarrada nele
>a ruiva chupava a língua dele como se fosse o último picolé do verão
>avisto uma depósito 9/10 dançando sozinha
>penso em me aproximar, mas antes que eu chegue a ruiva puxa ela e põe na roda com o Maicão
>ja não entendia mais nada
>eu sempre pegava as depósitos +/10 do que ele e agora ele tava numa orgia de bocas e eu sem nada
>começo a beber
>realizo que ta na hora de baixar as expectativas
>avisto uma ananzinha 5/5 escorada no balcão
>me aproximo dela e pergunto se o pai dela era padeiro
>ela pergunta se era pq ela era um sonho
>eu digo que era pq eu queria comer a rosca dela
>sério que anã rabuda do carai
>a anã me dá um tapão e sai de perto
>vsf que festa merda do carai
>comecei a beber descontroladamente pra compensar a frustração
>dou em cima da garçonete
>a garçonete era uma trans
>ela me esnoba e vai embora
>vômito.rar
>caraio nem a mulher com rola me quis
>decido que hoje não é meu dia e que ta na hora de voltar pra casa
>procuro o Maicão pra ir embora cmg
>vejo ele entrando no carro com duas 1,5 depósitos
>pensei que ele tivesse indo pra um motel ou algo do tipo
>ele tava de mãos dadas com a ruiva e com a anã 5/5
>a ruiva olha pra mim, da uma risada e depois um xauzinho
>caraio que raiva daquela ruiva
>me esnobou e agora vai dar pro meu brother
>faço sinal pro Maicão que vou embora
>ele grita “Oklahoma”
>era nosso sinal secreto
>significava que ele ia realizar o ato de socação intra uterina e que eu não deveria incomoda-lo
>entendo o recado, dou meia volta e volto pra casa
>chegando em casa
>tudo girava por conta do álcool
>brinco um pouco com o o Visconde de Sabugosa até ele cuspir
>durmo
>no dia seguinte acordo com dor de cabeça, deitado no sofá
>percebo que tinham 537272717 chamadas não atendidas no meu celular
>todas do Maicão
>imagino todas as desgraças do mundo
>comeco a ligar de volta mas ele nao atende
>recebo uma ligação de um número desconhecido no meu celular
>é uma mulher
>ela ria descontroladamente
>disse que estava na festa o tempo todo me observando
>pergunta se a noite foi boa e se eu peguei alguém
>mando ela tomar no cu e digo que peguei a mãe dela
>ela racha o bico e diz que é impossível pq a mãe dela foi a primeira a pagar oq devia
>gelei na hora
>reconheci a voz
>era a Thais
>ela começa a contar seu plano do mal
>diz que foi parar num orfanato depois daquele episódio
>que apanhou muito da família onde foi parar mas a família era podre de rica
>a família produzia festas tipo o tomorrowland
>viajaram pra fora do país e levaram ela junto
>disse que por muito tempo quis se vingar mas a família não dava a foda
>dois meses atrás a família tinha morrido num acidente de carro e ela ficou como única herdeira
>ela pôs como meta de vida concluir a vingança que passou anos arquitetando
>disse que a festa foi planejada por ela
>que todas as depósitos da área vip foram contratadas por ela baseadas no meu tipo de mulher
>pergunta como me senti não pegando ngm e vendo o meu “amiguinho” catando todas
>respondo que a vingança dela era uma merda e que tava feliz pelo meu brother
>ela racha o bico e diz que a vingança dela não era me deixar sem pegar ngm
>ela queria se vingar dele por ele ter dedurado ela
>pergunto qual vingança há em encher a rola dele de depósito
>você verá - ela me disse
>desligo o espertofone e percebo que chegou uma mensagem do Maicão no oqueapp
>faz uma semana que o Maicão toma mais coquetel que o Amaury Jr.
pica relatada da mensagem
https://preview.redd.it/9o5g9y8ep3n51.jpg?width=1080&format=pjpg&auto=webp&s=3dbefd7c59d10e7b40b9168ddac79176762f8591
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2020.09.12 22:59 vivigbr Quero a opinião de vcs / Relacionamento c/incertezas

Estou me envolvendo, faz 1 mês e meio, com um rapaz que conheci no meu trabalho. Aconteceu. E nos envolvemos muito, ele é bem 'grude', sempre me liga e sempre quer estar comigo. Nos víamos todos os dias se dependesse dele.
Mas vamos ao que interessa: DIFERENÇAS. É cruel e preconceituoso o que vou dizer, SIM, mas estou tentando ser o mais racional possível.
Eu sou de classe média e tenho uma família tranquila, não temos vícios em casa, meus pais são pessoas comuns, trabalhadores e eu também, todos são esforçados.
Ele é de família bem humilde: mora num 'barraco', fui na casa dele e nunca vi nada igual, total descuidado, nunca nem foi limpo, no concreto, o vaso sanitário acho que nem nunca foi limpo também, a mãe trabalha com limpeza e tem problemas com álcool, ela tem 6 filhos, o pai dele já é falecido, agora vem o que mais me deixa insegura: um dos irmãos dele esta preso por LATROCÍNIO. E tem mais um lance também, ele curte fumar maconha e eu não, já conversei com ele sobre isso, porém é a realidade dele, ele fuma há 10 anos, disse que pode parar. Ele não tem veículo tb, carro nem moto, (cruel da minha parte julgar por isso), então sempre depende de eu encontrar ou pegar ele de carro em algum local ( moramos em cidades vizinhas).
ISSO É HORRÍVEL, TER MEDO DE FICAR COM A PESSOA PELA CLASSE SOCIAL DELA E HISTÓRICO FAMILIAR.
Outra coisa que está estragando nossa relação também é o ciúmes: ele é MUITO CIUMENTO e desconfiado, fica me pilhando o dia todo, liga quer saber onde estou e o que estou fazendo, quer ver minhas msgs do celular. Porém já conversamos e ele está mudando isso. Ademais, sinto ele imaturo, sinto que ele me manipula as vezes tb. Como hoje, tenho uma festa de aniversário na casa de uma amiga, ele se convidou, eu perguntei para ela se não iria incomodar levá-lo e ela falou que não porém a casa eh pequena não tem onde sentar. Daí eu falei para ele para sairmos outro dia qndo formos a um barzinho ou para nos vermos amanhã. Ele ficou puto e desligou o celular. Gente, ele tem um coração muito bom, é uma pessoa honesta, sinto que gosta de verdade de mim e quer me assumir de todas as formas. Porém, estou julgando pelas diferenças, temos realidades muito diferentes e não sei como minha família lidaria com isso.
MUITO OBRIGADA! BOM PODER DIVIDIR ISSO AQUI.
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2020.08.22 02:27 Luizinguitar3 Não aguento mais lidar com merdas de terceiros que refletem até na vida pessoal de quem não tem nada a ver.

Minha mãe é uma pessoa que sempre estudou muito e fez de tudo para nunca precisar contar, financeiramente e/ou emocionalmente com a família que ela tem, no caso, a mãe, pai e irmã dela. Construiu uma carreira na área de química ligada a radiação, hoje é pesquisadora e, apesar de estarmos falidos por causa de terceiros, ganha bem.
Tudo foi bem na medida do possível, até que, em por volta de 2007, meu avô, pai dela e já idoso, foi preso num esquema criminoso aí que rolou (nada muito sério, tipo matar alguém, mas ainda assim crime) e ela teve que gastar boa parte da grana que ela não tinha com advogado para, além dele, minha avó e minha tia que era cúmplices de tudo.
Alguns anos depois dessa treta, minha avó, que não olhava na nossa cara há pelo menos uns 8 anos, oficialmente perdeu tudo que tinha e veio morar aqui em casa, que não é um lugar grande, e ficou quase 5 anos (de 2015 até o final de 2019) nos enchendo o saco, já que ela é uma pessoa extremamente ingrata e egoísta, fazendo com que pessoas que amávamos e que frequentavam nossa casa nunca mais nos visitassem e, de quebra, como tinha sido recém diagnosticada de um câncer, gastando mais dinheiro da minha mãe, porém não dizia nem um obrigado para nada. Uma vez minha mãe sofreu um acidente de carro, chegou em casa visivelmente machucada e ela só foi reparar 3 dias depois (e eram hematomas gigantes no pescoço e braços, ou seja, dá pra ver fácil). Mesmo não querendo e evitando demonstrar, minha mãe sofria muito com isso.
Nesse meio tempo, meu avô saiu da prisão e aí foi mais grana da minha mãe pra sustentar ele agora, que mora com a irmã dele, tia da minha mãe, e, de quebra, ainda teve que pagar dívidas absurdas da irmã dela, que nunca paga o que deve, não faz absolutamente nada para os pais e ainda é extremamente grossa e agressiva com a minha mãe. Entre 2007 e 2015, minha tia morou com minha avó e sentava a porrada nela (na época minha avó tinha entre 70 e 78 anos, ou seja, idosa), e mesmo assim é a filha favorita de ambos até hoje.
Pra coroar a treta toda, no final de 2016 meu pai, que mora com a gente, começou a demonstrar uns comportamentos estranhos e só esse ano (por volta de março se não me engano) finalmente um médico o diagnosticou com uma doença cujos sintomas casam com o que ele tem. Ela se chama demência fronto temporal e, se pesquisarem sobre casos, vão ver que a rotina da pessoa e das que convivem com ela mudam muito devido a isso. De quebra também, o gasto mensal aumentou muito, além de tudo, devido a necessidade de médicos, já que nosso plano de saúde que é o único que conseguimos pagar não ajuda em praticamente nada, e, pra coroar, o salário dele e da minha mãe caíram em mais de 50%. Se não fosse o auxílio emergencial e um auxílio que tô recebendo pela faculdade nem sei o que faria, já que também não ganho lá muita coisa pelo trabalho e, como sou autônomo, não tem como contar muito ainda mais nesse período.
Apesar de ser uma pessoa doce, inteligentíssima, tratar todo mundo bem, todo mundo gostar muito dela e admira-la bastante, inclusive eu, sei que ela tenta muito ser uma ótima mãe, mas não é a pessoa mais atenciosa do mundo em relação a mim e minha irmã. Os únicos assuntos que ela conversa comigo são faculdade e trabalho (ela é acadêmica e sonha com meu doutorado, sendo que nem no terceiro período da faculdade tô). Normalmente, como ela tem que carregar o mundo nas costas, ela se preocupa mais em resolver o que dá pra ser resolvido e tapar o que está ruim com uma peneira até não dar mais e aí precisar resolver.
Meu pai era um excelente pai e realmente não é exagero, mas na situação atual não é como se ele conseguisse dar conta das coisas, mesmo qu minimamente, então ela se sente frustrada e sozinha por ter pedido o suporte dela. Ambos se davam muito bem e foi (e é) bem foda pra ela.
Apesar de eu já ter o diagnóstico médico de depressão há pelo menos uns 5 anos, esse período de pandemia piorou tudo e, além disso, tenho tido crises bem ferradas de ansiedade. Não só devido a minha família, mas também porque namoro uma pessoa cuja mãe é (diagnosticadamente) narcisista, que faz a vida dela um inferno e, apesar de termos um relacionamento foda entre nós dois, eu estou sempre preocupado com o que essa mulher possa fazer. Além disso, mesmo quando não rola nada, não consigo dormir bem. Até malhando e tomando remédios (prescritos) tá ficando difícil e sinto que estou a beira de ter um colapso nervoso. Muitas noites me vejo tremendo, sem conseguir respirar, com pensamentos suicidas e completamente exausto, mas sem conseguir dormir. A única coisa que tenho feito fora de casa é levar meu pai pro mercado e na padaria, porque ele gosta de, nas palavras dele, "dar voltinha" no quarteirão, e ir no banco quando preciso resolver algo. Ou seja, se eu já não tinha muita "vida", agora tá pior ainda.
A questão é que essa parada de, não só minha mãe, mas principalmente ela (que é meio que meu único apoio familiar e na vida além da pessoa que namoro) fazerem tão pouco de mim e do que sou e sinto fica me matando porque não importa quantas vezes eu peça ajuda, ninguém ouve. Tenho muito medo de acabar tendo um colapso nervoso, como já aconteceu antes.
Faço acompanhamento psicológico há uns anos e recentemente (faz uns 3 meses) mudei o atendimento de 1x para 2x por semana, mas o que são só duas (dependendo da semana menos) sessões de terapia para alguém que passa a semana cagado?
E, assim como a pessoa que namoro passa com a mãe dela, ter que lidar com um monte de consequências ruins na vida por causa de coisas merdas que terceiros que pouco tem a ver com a sua (como meus avós, minha tia e minha sogra, por exemplo) e se ver completamente sem perspectiva por causa dos outros é muito ruim.
Não tenho muitos amigos (não que dê pra pedir algum apoio nem que seja pra ouvir como me sinto) e minha família, que já era distante, depois da doença do meu pai simplesmente sumiu.
As vezes sinto que minha mãe quis ter os filhos, mas nunca pensou de fato em como seria cuidar deles, até porque ela nunca teve quem cuidasse dela, então nem faz ideia de como é isso e, de fato, quem era mais ativo no nosso dia a dia, até porque o horário de trabalho dela era menos flexível, era meu pai, então até essa quarentena ela nunca tinha ficado tanto tempo perto da gente e muito menos em casa.
Tenho uma irmã, que é menor de idade, e minha mãe até dá um certo apoio e presença maior a ela por conta disso, mas, no meu caso, é como se eu fosse só uma pessoa que mora de favor aqui. Entendo que muita gente se sente assim depois que faz 18 anos, mas é foda principalmente quando não se tem ninguém para contar, ou ao menos um amigo pra desabafar.
Tenho muita dificuldade em fazer amizades, o que piora tudo, e acho que isso também vem do fato de que, apesar de eu sempre ter sido uma pessoa introvertida e mesmo assim conseguisse fazer uma ou outra amizade, os últimos tempos pra cá, por estar sempre ansioso, preocupado e correndo pra lidar com a minha família, seja porque meu pai não pode ficar sozinho em casa, ou porque trabalho, ou porque deu uma merda nova na vida da minha mãe e ela tem que resolver em cima da hora ou porque minha irmã tomou remédios demais e foi parar na UTI (sim. Já rolou algumas vezes, já que ela também é depressiva).
Para botar a cerejinha no bolo, sou homem trans e comecei com os hormônios há cerca de um ano, logo minha cara tá bem diferente e minha mãe não lida bem com isso, então, querendo ou não, isso também afastou mais a gente. Nas palavras dela quando contei: "eu já tenho um monte de problema pra resolver e você me aparece com mais isso?"
Penso muito em sair de casa, pouco antes da pandemia tava começando a tirar isso do papel, mas sempre que comentava sobre a ideia, como algo hipotético, todo mundo aqui falava que agora não dava, porque eu tinha que ajudar a cuidar do meu pai, e, com a pandemia, desanimei de vez (e o dinheiro todo acabou, pois era isso ou mais dívidas.)
Percebo sim que minha mãe tem uma preferência pela minha irmã, pois, por ela gostar mais de estudar que eu, principalmente coisas tidas como "normais" (normal eu digo coisas que compreendem as áreas de exatas, humanas, línguas e biológicas. Claro que nada é tão simples assim, mas eu faço faculdade de música então forçando a barra acho que deu pra entender a comparação), se for pra escolher quem vai cuidar da casa e do meu pai e quem vai estudar acho que já temos uma resposta. Além disso, a personalidade de ambas é bem parecida.
Realmente não sei o que fazer. Não sei se alguém vai ler até o fim, digitei tudo de uma vez. Só queria me sentir capaz de ter a minha própria vida, não só financeiramente, mas sem situações que bloqueassem completamente qualquer coisa que eu tentasse e automaticamente fizessem com que eu me sentisse cada vez mais sufocado nessa bola de neve gigante.
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2020.08.18 03:28 isaaaklotz Meu Nice Pai pt.2

Oii Luba, editores e turma que está a ler. Primeiramente peço mil desculpas por ter demorado tanto para postar o restante da história.
Bom, continuando os acontecimentos do que contei anteriormente. No começo da "separação" (meus pais ainda não estavam separados pela justiça) eles até que se davam bem, jantamos uma vez juntos no porão da avó demoníaca e assistimos um filme. Tudo certo até então. Porém de repente meu pai mudou muito, começou a ser rude com a minha mãe, fazer drama por nada, inventar histórias etc. Ok, estranho mas pode ser por causa da separação ou assim né? Mas o fim da picada foi quando ele me perguntou se eu andava ligando pra Liar e ameaçando ela e suas filhas, coisa que eu neguei prontamente pois nem o número dela eu tinha. E ele não acreditou em mim! Perguntava se eu tinha certeza, duvidando de mim, a própria filha dele! Minha mãe me defendeu, mas eu duvido que ele acreditou em nós.
Depois disso começamos a brigar bastante, pois tínhamos medo dele pirar e nos acusar injustamente de novo, por isso toda vez que ele tentava sair comigo e com a minha irmã dávamos uma desculpa esfarrapada pra não ir. Quando ele ligava para nós jogávamos os fatos na cara dele, como ele acreditava na amante dele, como ele preferia comprar coisas pra ela em vez de pagar pensão para termos o que comer etc.
Após um tempo as coisas sossegaram, paramos de brigar tanto e saíamos de vez em quando para almoçar com ele. Algo que eu achava estranho é que ele vivia falando mal da minha mãe pelas costas. Como isso que ele fazia era alienação parental (para quem não sabe, "a alienação parental é o processo e o resultado da manipulação psicológica de uma criança em mostrar medo, desrespeito ou hostilidade injustificados em relação ao pai ou mãe e/ou a outros membros da família.") e é um crime, eu comecei a gravar nossas conversas como prova se caso ele quisesse botar a culpa de alienação parental na minha mãe. E ele não fazia isso apenas quando saíamos para comer, também quando me levava no treino de vôlei, futsal e judô. Teve um dia em específico que eu acho que ele deve ter percebido que eu estava gravando nossa conversa. Na real eu não me lembro certo se foi a caminho do meu treino ou quando estávamos saindo do restaurante, mas ele me disse que "... não tinha problema, se eu não estiver gravando a nossa conversa". Enfim, era toda hora ele fazendo pressão psicológica para contarmos coisas sobre a nossa mãe, algo que com certeza não faríamos, afinal ela era e é a única entre os dois que realmente se importa se eu e minha irmã temos o que comer, e sinceramente, ela nunca fez algo de errado para poder incriminá-la de alguma coisa.
Chegamos ao dia 23 de outubro. Nesse dia teve os jogos de interclasses na minha antiga escola. Como naquele dia a minha mãe tinha outra audiência eu e minha irmã ficamos na casa de uma amiga minha da época durante a tarde toda (estudávamos de manhã). Até que chegou a noite, minha mãe me ligou avisando que estava saindo da audiência que acontecia na cidade vizinha, e me deu a notícia que o juiz estava nos OBRIGANDO a encontrar com nosso pai. Eu fiquei p da vida, meu dia estava indo tão bem e do nada vem essa bomba de bosta pra cagar com tudo. Fomos esperar o ser humano num café do outro lado da rua da praça, minha mãe na praça pra ficar de olho caso algo acontecesse. Quando vimos ele chegar, comecei a gravar a conversa. Ele sequer se sentou, apenas disse para pegarmos nossas coisas e entrarmos no carro pois iríamos na casa da mãe dele (ps: o ponto de encontro marcado ERA no CAFÉ, e não fora dele). Eu fiquei nervosa e comecei a tremer e gaguejar, e quase chorando liguei pra minha mãe e contei baixinho o que estava acontecendo. Ela desceu a praça mais rápido que o Flash e começou um barraco na rua dizendo que ele não podia tirar a gente do café porque o ponto de encontro era lá e tal. Ele ficou puto, e entramos num acordo de fazer o encontro num tipo de "concha musical" (que é uma contrução ao lado da prefeitura para bandas tocaram em datas festivas na cidade). Ficamos lá e depois do encontro eu, minha mãe e irmã fomos a pé para casa. (Eu ainda fico pensando o que poderia ter acontecido se tivéssemos ido junto com ele, eu não duvido nada dele). Esse foi o último dia que vimos ele pessoalmente.
Hoje em dia moramos na cidade natal da minha mãe, longe dele e perto da família que nos quer bem. Ele entrou raras vezes em contato conosco, coisa que eu não ligo muito por não querer mais vê-lo. Ele deve mais de 17 meses de pensão alimentícia, além do pró-labore/ salário que ele ainda não pagou pra minha mãe pendente do rolo no parque aquático. E um fato que eu acho engraçado é que não paga a pensão porque "NãO tEm DiNhEiRo SuFiCiEnTe" mas pagar o próprio casamento (sim gente, eles se casaram) e dar mimos pra amante e as filhas dela, pra isso ele tem dinheiro.
Acho que isso foi tudo, se acontecerem mais coisas eu vou contando para vocês.
Vou tentar escrever a história da avó demoníaca ainda hoje.
Bjs
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2020.08.17 02:59 gimme-that-potato Uma das melhores decisões que tomei foi começar a tomar remédio para depressão

Olá, meus queridos.
Como o título sugere, venho aqui compartilhar minha experiência, pois acredito que possa acabar ajudando alguém aqui. No mais, vou poder pôr algumas ideias em ordem e poder dar uma desabafada. Tentarei ser breve, mas sei que não vai rolar rs, e acredito que meu texto não será tão linear.
O negócio é o seguinte: nunca fui apaixonado pela vida, de modo geral. Sempre fiz minhas coisas e tudo mais, mas essa tendência já me fez ficar para baixo (talvez algumas vezes depressivo) em algumas partes de minha vida. Nada disso me impediu de viver normalmente, sentir alegria, felicidade, paixão, correr atrás do que gosto, etc.
Acontece que ano passado estava em uma época braba. Havia terminado a faculdade, saído do emprego para prestar um concurso que não passei, e estava desempregado. Porra, estar desempregado é foda. A sensação de ficar em casa sem produzir é péssima.
Chegou uma hora que quis me cortar. Nada de suicídio, e nunca acreditei que pudesse fazer isso (apesar de estar com a constante sensação de querer nunca ter nascido), mas não deixa de ser um sintoma bem preocupante. Quando comecei a me dar uns pequenos cortes (escondidos), entendi que era hora de voltar pra terapia. Voltei para a mesma psicóloga que conheço há uns anos e confio bem.
Cabe aqui fazer um parênteses sobre depressão: há vários jeitos de melhorar esta doença. Contudo, tem um estudo recente que analisou a mistura entre dois tratamentos variados (ioga com psicólogo; meditação com psiquiatra; prática de esportes com meditação; etc.), e a melhor combinação de tratamento encontrada foi: acompanhamento psicológico junto com psiquiátrico. Não significa que tem que deixar outros tratamentos de lado, mas essa foi a melhor fórmula comprovada para combater.
Outra coisa: se você quer buscar um psicólogo, o que super recomendo, não importa a linha que ele ou ela segue. Freud, Lacan, Jung... nada disso importa. São ferramentas elaboradas para chegar em um mesmo objetivo. O que importa é você encontrar alguém que você vá com a cara. Alguém que você confie em desabafar. Não adianta conversar com um psicólogo pica das galáxias se você não se sente à vontade com ele.
Enfim. Começando a terapia, comecei a perceber diversos outros sintomas. Já não estava com a mesma concentração de antes. Me perdia no meio de frases. Estava me desconectando do mundo. Até atividades mais prazerosas estavam soando trabalhosas ou cansativas demais para mim. Meu prazer em coisas comuns, como comer algo bom, estava diminuindo. Foi a primeira vez que minha psicóloga sugeriu eu procurar um psiquiatra para me ajudar.
De início me senti mal, pois nunca tomei remédios para a cabeça. Mas depois veio um certo alívio: eu simplesmente estava doente, como uma gripe, e talvez precisasse só tomar um remédio. Você tem ideia de como é um alívio entender que sua mente te prega peças, e o motivo de você estar mal pode ser simplesmente algo fora de seu controle? Como uma mera desregulação hormonal, ou falta de algum receptor no cérebro, algo assim.
Falando com o psiquiatra, ele me passou um remédio relativamente novo, que, a grosso modo, estimula a produção de receptores de certos neurotransmissores na minha cabeça. Em outras palavras, ele estimula o cérebro a "captar mais prazer", ao invés de criar o prazer em si (como uma droga ilícita geralmente faz). Tanto é que é um remédio de tarja vermelha, e que não vicia (apesar de dar efeitos colaterais).
O início do tratamento foi bem ruim. O primeiro efeito colateral era a sensação de estar sonhando, ou na beira de uma grande ansiedade. Como se eu estivesse caindo, mas aquela sensação de "estar caindo" tivesse durando minutos. Isso me fez aprender a deixar rolar, sabe? Eu sabia que era um efeito do remédio, então não podia fazer nada, senão deixar acontecer, seguir com a maré. Eu diria até que eu pude aproveitar minha ansiedade. Sentia que era o remédio que me causava essa aceleração, mas que era ao mesmo tempo ele que me possibilitava ter esse "freio".
Outro efeito ruim foi o sono. Na verdade era mais uma vontade incontrolável de bocejar em si do que sono.
Como um outro possível efeito era falta de libido, óbvio que nos primeiros dias a primeira coisa que fui testar foi a masturbação. Confesso que foi bem difícil chegar no orgasmo, parecia que eu ia criar fogo com as mãos hehe. Por outro lado, um tempo depois minha libido até melhorou, pois minha depressão me fazia não querer buscar sexo. Minha namorada me apoiou durante tudo isso e entendeu, quando conversamos, que o sexo poderia piorar, o que felizmente não ocorreu.
Depois esses efeitos melhoraram (acredito que em até 2 semanas). O de sono e bocejo passou por completo, assim como o da ansiedade. Eu sentia que o remédio era um freio para minha ansiedade. Se eu fosse um carro, era como se o remédio colocasse uma trava na velocidade máxima. Sentia ele me ajudando.
Uma coisa que demorou para melhorar foi meu fluxo intestinal. Estava acostumado a ir ao banheiro todos os dias, às vezes até duas vezes (aqui cabe ressaltar que sou homem e, quando comecei a tomar o remédio no ano passado, estava com 26 anos). O remédio me fodeu com isso. Comecei a passar uns dias sem ir ao banheiro, ou ficar totalmente desregulado. Hoje, meses depois, isso já melhorou 100%.
Umas semanas depois comecei a ter um pouco de insônia, que até hoje vem e volta, mas nada que me atrapalhe.
Mas nada disso chega perto ao que o remédio me proporcionou: a capacidade de sentir prazer banal, no dia a dia, como ao ver um pôr-do-sol, ouvir uma música foda, ou comer algo gostoso. Hoje nem parece que eu tomo remédio. Faz parte da minha rotina: eu acordo, tomo meu comprimido, meu café, e sigo com o dia. Às vezes penso que deveria ter buscado um psiquiatra antes.
Claro que o tratamento é temporário. Eu sinto um pouco de falta de poder "curtir mais minha angústia" quando não tomava remédio, pois isso me ajudava a compor música ou escrever algo. Hoje me sinto melhor sabendo que estou mais pronto para terminar o tratamento (que demora no mínimo 6 meses, se não me engano até 2 anos). Também sei que, se voltar a ficar mal daquele jeito, tenho mais ferramentas para usar ao meu favor.
Se você está mal, não tenha vergonha de procurar um psiquiatra. Não coloque barreiras que não existem. Se você estivesse com febre, você iria no médico. Pode ser que sua depressão seja simplesmente uma reação física de seu corpo, e não uma mera falta de vontade (aliás, acho que nunca é, pois vontade de estar bem todo mundo tem). Até porque, uma pessoa com a vida 100% boa pode sofrer de depressão. Como falei, pode ser por algo idiota, como uma desregulação de seu corpo, algo hormonal, etc.
Pense nos remédios como uma rodinha extra numa bicicleta: ele vai servir de apoio para seu cérebro reaprender a andar sozinho, e, então, quando estiver pronto, vai poder andar ser as rodinhas.
Uma questão é que eu dei sorte. Um dos meu melhores amigos demorou uns bons anos para encontrar o remédio certo para ele. Ele tentou de tudo, várias terapias, e finalmente achou esse remédio (que é o mesmo que o meu, por coincidência), junto uma terapeuta de confiança. O cara até conseguiu assumir ser gay e hoje está namorando e feliz em um relacionamento, o que me deixa muito feliz.
Quando compartilhei essa história com outro amigo, ele confessou que estava tomando remédios para a ansiedade. Ele disse que era incrível poder sentir o prazer do presente ao andar de ônibus.
Comecei um trabalho novo em janeiro, e venho enfrentando altos e baixos por conta do isolamento da pandemia (não estar fazendo exercício vem ferrando com meu corpo). Mas sei que hoje tenho mais recursos para me cuidar. Ainda tomo remédio e faço acompanhamento psiquiátrico, e parei com a terapia pois não queria fazer online, embora eu ache que volte logo menos e faça por videochamada mesmo.
Enfim, espero ter ajudado alguém, ou ao menos estimulado a empatia, caso conheça alguém que esteja depressivo, ou com receio de começar a tomar remédios. Sempre fui muito mente aberta com muita coisa, inclusive terapia e psiquiatria. Mas ainda dava uma julgada com quem "parecia bem" e mesmo assim estava tomando remédio. Hoje vejo isso com mais empatia, pois nem todo mundo que parece bem está de fato bem. Quem sou eu para saber o que o outro sente, quando às vezes nem eu mesmo sei dizer o que sinto...
Se você tem algum amigo com depressão, ofereça seu apoio. Não julgue. Quando puder, insista na amizade. E não vomite suas próprias histórias. Não fale que "é falta de vontade", ou que é "frescura", ou que você conhece um "óleo essencial" para depressão. Às vezes a pessoa só precisa de alguém para desabafar, ou ao menos saber que você está lá para ela (como eu estive para esse meu grande amigo). Apesar de a tristeza poder ser um sintoma da depressão, depressão não é tristeza. Depressão é o oposto de vitalidade.
Por fim, deixo como dica de leitura o que acredito ser uma espécie de "guia definitivo" para a depressão (só não digo "definitivo" pois é uma área da ciência em constante evolução, e, CARAMBA, como eu sou grato por nascer nesta nossa época e não há 50 ou 100 anos, quando havia muito mais estigma e muito menos remédios...). Trata-se do livro O Demônio do Meio-dia, de Andrew Solomon. É um documento jornalístico que conta a história, em primeira pessoa, do escritor e sua luta para entender a própria depressão e a Depressão em si como doença. Nele há muito sobre questões emocionais, como os diferentes remédios funcionam, como a depressão afeta diferentes grupos de diferentes formas, etc. Foi o que me ajudou para ganhar conhecimento e lidar melhor com esse meu amigo (e, depois, lidar comigo mesmo). Esse mesmo jornalista faz um TED Talk muito bom aqui.
Obrigado a quem teve o saco de ler até aqui. Não sei se vou responder todas mensagens, mas tentarei. Se tiverem alguma dúvida, será um prazer tentar ajudar na medida do possível. Um grande abraço e tenha uma boa noite!
Edit: o remédio é Venlafaxina.
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2020.08.10 23:40 LadyHuntress_ Preciso ir ao ginecologista mas tenho medo/vergonha de pedir pra minha mãe, e olha que tenho 23 anos

Sei que aqui é pra desabafos e não pedido de ajuda, mas não sei oque fazer. Tenho 23 anos e nunca fui num ginecologista na vida, e olha que já tive problemas, mas deixei passar. Acontece que to com uma coceira terrível e corrimento desde o início do ano e tenho muita vergonha de falar pra minha mae que quero ir no posto de saúde, não da pra ir escondido porque moro na zona rural e o posto é na cidade, aí tenho que arrumar carro pra ir e ela vai perguntar o porquê. Eu ia deixar passar sozinho de novo mas tá insuportável e tenho medo do que possa ser já que já faz muitos meses e não passa. A questão é que nasci e cresci em uma casa em que tudo é um tabu gigantesco! Pra vocês terem ideia não pode nem falar a palavra gravidez aqui, absorvente tem que comprar escondido, não pode falar nada, até sutian/calcinha são palavras reprimidas aqui, que se falar alguém ja olha de cara feia e tem que falar por gesto pois não pode pronunciar. Passei muitos anos da minha vida (a adolescência inteira na verdade) usando blusão no calor de 40 graus porque não tinha coragem de pedir um sutiã e tinha vergonha de sair com os mamilos aparecendo, além dos pelos nas axilas que eu não tinha coragem de pedir uma gilete e as manchas na calça na época da menstruação porque eu não tinha coragem de pedir pra comprar absorvente e me virava com papel higiênico que sempre vazava, minha vida escolar foi um INFERNO por isso e acho que por isso não aprendi nada, não conseguia estar confortável e levar a escola a sério. Parece bobeira mas chorava muito por isso, eu via as outras meninas por aí usando blusinha de alcinha e calça branca e eu nao podia pois não conseguia vencer a vergonha. Me pergunto se minha mãe acha que eu não sei da onde vem os bebês e que meninas e meninos são diferentes. Uma prima minha tava gravida há uns tempos atrás e foi internada as pressas, perguntei oque aconteceu e minha mãe disse que tinha caído a pressão dela, mas na verdade ela tinha tido sangramento, nem isso ela teve coragem de falar pra mim. E por causa disso não tenho coragem de ir ao médico porque tenho medo/vergonha de falar pra minha mãe o que tá acontecendo. Não sei que palavras usar, como abordar ela falando que preciso ir pra cidade e o que responder quando ela perguntar oque vou fazer. Me ajudem pois tô com muito medo de ser algo grave e a coceira ta me matando não tô aguentando mais.
Edit: ela não vai me xingar nem me impedir de ir, mas não consigo encarar a vergonha de jeito nenhum. Agora mesmo cheguei perto dela e tentei falar mas comecei a suar frio e tremer e desisti na hora. Edit2: a gente de saúde veio em casa hoje (não sei se na cidade tem isso mas na zona rural sim), aí falei pra ela marcar uma consulta pra mim, minha mãe perguntou o que eu tinha e eu falei a verdade. Sei que fiquei palida, meu corpo gelou e fiquei com a voz trêmula kk vim correndo pro quarto morrendo de vergonha mas consegui!!!
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2020.08.01 09:38 so-rare Sou babaca por me recusar a ter contato com a namorada do meu pai?

Olá Luba, editores, turma, gatas e possível convidado! Minha história é a seguinte: eu tenho 20 anos, e moro com meu irmão de 13 anos e minha mãe no Rio, e meu pai mora em São Paulo por causa de trabalho desde 2014, ano em que eles se separaram. Enfim, meu pai já está em outro relacionamento desde 2018, com a — vamos chamá-la de — Carls. No início, obviamente eu não fiz muita questão de conhecê-la mas nunca tive problemas com ela, porém a Carls é extremamente ciumenta e possessiva com meu pai e fez ele bloquear a minha mãe no whatsapp e desfazer amizade no facebook com ela e com todos os amigos em comum que tivesse com a minha mãe, amigos dele! A Carls também já criou vários fakes pra tentar ser amiga da minha mãe pelo face pra ver as publicações dela, mas ela nunca aceita porque sabe exatamente quem é, também vive mandando mensagens pra minha mãe dizendo coisas horríveis. Ela já jogou o celular do meu pai pela janela do carro em movimento por ciúmes e o proibiu de entrar na minha casa porque minha mãe estaria aqui. Enfim, ano passado eu me vi sem saída e fui no hotel que meu pai, a Carls e a filha dela, estavam hospedados em um feriado aqui no Rio. Chegando lá meu irmão estava passando mal e acabamos ficando pelo quarto deles no hotel, e meu pai saiu pra comprar remédio pra ele e ficamos eu e meu irmão com a Carls e a filha no quarto. Eu estava deitada com meu irmão na cama e ela chegou me abraçando por trás e alisando, dizendo umas coisas bem creepy tipo “nós seremos uma família agora” “agora eu também sou sua mamãe” “seu pai é meu agora” e eu comecei a ter uma crise de ansiedade fudida e liguei pra minha mãe ir nos buscar no hotel e nos levar pra casa. Depois desse episódio a Carls passou a não ir muito com a minha cara, porque eu comentei isso tudo com meu pai e ele só disse “filha, ela é canceriana (USOU SIGNO), é assim amorosa” e eu SURTANDO DE ÓDIO. Carls seguiu sendo a stalker número 1 da minha mãe e sendo extremamente afrontosa por meses até chegarmos ao episódio do Natal. Meu irmão está na fase gamer e ele ama gastar todo o dinheiro dele em compras nos jogos, e na noite de natal ele estava jogando e mandou mensagem pro meu pai perguntando se ele poderia passar uma compra de 3,99$ no cartão dele. APENAS ISSO. E meu irmão foi surpreendido pela CARLS respondendo com um áudio (OBS.: eu tenho esse áudio então posso transcreve-lo exatamente aqui). “~som de festa ao fundo~ Ei relaxa! Isso não vai mudar. Eu to com o seu pai e a gente ta junto, entendeu? Não vai mudar. Então, nesse ano, ano que vem, daqui a 10 anos, não é mais a mamãe, é o papai. Quando você quiser pedir alguma coisa pra ele, você tem que falar comigo TAMBÉM, tá bom? E ele não vai ter dinheiro agora, e a hora que ele tiver dinheiro ele vai te ajudar e acabou a história! A gente ta no Natal, não adianta tentar falar com papai agora, porque a gente ta curtindo aqui, ta? Curte com a mamãe, vocês quiseram ficar com a mamãe, agora curte com ela, ta bom?”. ELA ESTAVA NITIDAMENTE ALCOOLIZADA. Meu irmão começou a chorar muito quando ouviu e chamou eu e minha mãe pra nos mostrar a conversa. Eu fiquei com um ÓDIO. LUBA, AQUELA NOJENTA FEZ MEU IRMÃO CHORAR NA NOITE DE NATAL E ANIVERSÁRIO DELE (SIM, ele nasceu na manhã de natal). No dia seguinte eu liguei pro meu pai conscaralho, e ele defendeu ela dizendo que ela toma muitos remédios tarja preta e bebe, aí fica desse jeito, falando nada com nada, SURTA, e pra eu relevar e esquecer o assunto. E foi aí que tivemos o episódio do Ano Novo. Passei o réveillon com minha mãe, irmão, meu namorado e parte da família da minha mãe e na hora da virada meu pai nos ligou, falamos com ele, só felicidade, quando ele ia passar pra Carls fingimos que a ligação estava ruim e desligamos. Tudo ok até ai. Depois de meia-noite, meu namorado e eu fomos pra casa de um amigo pra passarmos a madrugada com nossos amigos. Pegamos um uber e no caminho ~adivinha~ ligação do meu pai. Atendi e escutei a voz de Carls no telefone dizendo que estava se divertindo muito no Réveillon com meu pai em São Paulo, debochando de mim e jogando na minha cara que eu não pude estar com ele, dizendo que se eu escolhi estar com a minha mãe para que eu parasse de procurá-lo. Eu logo perdi a paciência e soltei a lingua nela, disse que meu réveillon estava ótimo e que eu ia desligar logo pra não dar tempo de ela estragar isso também. No dia seguinte, mais brigas com meu pai e ele sempre falando sobre ela misturar os remédios com álcool e que ela não é uma má pessoa, que ele a ama e que ele fica muito ferido de nós não aceitarmos nos aproximar dela e eu sempre acabo me sentindo PÉSSIMA por não aceitar esse contato, pois sinto que isso o fere muito, mas ele com certeza não imagina o quão difícil é pra mim e meu irmão passarmos por tantas humilhações. DITO TUDO ISSO, esta semana ele, Carls e a filha dela vieram ao Rio, e meu pai voltou a insistir que nós nos aproximássemos dela e saíssemos juntos. Inclusive como minha mãe é bloqueada pelo celular do meu pai, a Carls pegou o número da minha mãe e ela mesma mandou mensagem dizendo pra ela deixar eu e meu irmão sairmos com eles. Sendo que minha mãe sempre foi muito neutra na história, ela não gosta da Carls porque ela é extremamente desrespeitosa e desagradável com ela, mas se eu e meu irmão quiséssemos sair com eles, nós quem decidíamos. Meu pai nos procurou sozinho ontem, já que seus insistentes convites pra almoçar com eles falharam. Brigamos feio, gritamos um com outro, as pessoas em volta olhando, os três choraram e ele aos prantos dizendo que queria que nós fôssemos mais compreensíveis e pudéssemos começar do zero, que ela mudou os remédios e está melhor, ele a ama e ainda tem esperança que nós vamos dar o braço a torcer. Refleti muito sobre tudo e disse a ele que se ela pedisse desculpas pela forma que nos tratou e deixasse nossa mãe em paz, nós poderíamos tentar recomeçar. Meu pai voltou pro hotel e nós ficarmos esperando uma resposta. Enquanto isso minha mãe recebeu uma mensagem da Carls dizendo que era muito feio o que ela estava fazendo PROIBINDO eu e meu irmão de vê-los e dizendo pra ela desistir, porque meu pai nunca mais voltaria pra ela (??????). Minha mãe namora e COM CERTEZA NÃO QUER MEU PAI DE VOLTA. E ela jamais nos proibiria de ver meu pai, nós quem não queremos contato com A CARLS apenas e isso acaba o afastando de nós. Hoje meu pai reapareceu chamando para comer pizza com eles, eu insisti se ela pediria desculpas e ele desviou das perguntas. Disse que nós somos mais novos e devíamos relevar mais. Que estamos machucando ele porque ela é a mulher que ele ama. Perguntei por que ela não pode simplesmente pedir desculpas, se ela melhorou pode reconhecer o erro e pedir desculpas, certo? Se ela ama meu pai e sabe o quanto isso significa pra ele, poderia ceder. E ele respondeu apenas “Gente não vai rolar! Estou cansado e com dor de cabeça. Vou tomar banho e dormir! Bjs!” e continuou online por horas, ou seja, apenas fugiu da situação porque provavelmente ela se recusou a pedir desculpas. ENFIM, e aí Luba, sou babaca por não querer contato com minha madrasta mesmo com meu pai implorando?
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2020.07.29 20:09 pandycake7 O dia que um brincadeira minha foi parar na polícia

Oi Lubinha, gatas, cabeleleila leila, editores e turminha que está lendo isso. Hoje vou contar como uma das minhas brincadeirinhas de criança foi parar na polícia (infelizmente é uma história real..) . Desde pequena eu sou uma amiga meio ciumenta em relação aos meus amigos, e as vezes ficava bem brava com esse tipo de coisa. No meu prédio eu tinha uma grupo de amigos, todo mundo com a mesma idade (todo mundo tinha entre 6 e 7 anos) e nós sempre brincávamos na quadra de queimada ou algo do tipo, um dia quando eu descia para brincar meus amigos começaram a agir estranho e a me excluírem do nada, e eu obviamente fiquei muito pistola. Quando eu voltei pra casa lembrei que tava com um sapato da minha amiga (também do prédio) e pensei `agora é a minha chance de me vingar´, peguei um post-it e comecei a falar que a menina era uma chata e metida, depois fiz outro post-it dessa vez falando mal de dois dos meus amigos, que eram irmãos então moravam na mesma casa (eu assinei o que falava mal da menina com o nome dos meninos e visse versa) . Feitos os bilhetes, fui deixar o sapato da menina na porta dela junto com o bilhete que falava mal dela, depois deixei o que falava mal dos meninos na porta deles. Depois disso fingi que nada tinha acontecido e segui com a vida, mas depois me dei conta do que eu tinha feito, uma briga com nenhuma necessidade. Mais ou menos uma semana depois eu tava voltando do escola de carro com a minha mãe, e ela me disse que tinha acontecido maior treta no prédio, porque aparentemente a Larls (a menina) e os irmãos tinham feito bilhetes se xingando e eu congelei. (a mãe da menina era a síndica do prédio e ela e a mãe dos meninos se odiavam) . Minha mãe disse que a mãe dos meninos foi até a policia falando que a Larls tava mentindo, ja que os filhos dela disseram não ter escrito nada e a Larls disse que também não ter feito nada (sinceramente não acho que a mulher tinha que ter ido até a polícia por causa disso, mas isso não vem ao caso) . Eu comecei a chorar e a tremer feito uma loka e contei pra minha mãe que eu tinha escrito os bilhetes e que sentia muito, minha mãe tranquila do jeito que é, disse que nós cometemos erros e que a única coisa a se fazer é pedir desculpa e seguir em frente. Chegando no prédio me desculpei com todo mundo e todos se resolveram. Moral da história, depois de um tempo eu parei de ir brincar com eles lá embaixo e aos poucos todo mundo foi se mudando e até hoje to naquele prédio e perdi total contato com eles. Eu me considero a babaca nessa história, mas o que vcs acham... espero aparecer no turma feira mas provalvelmete não vou... beijos a todos :)
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2020.07.27 19:21 rrnetopantoja Eu não entendo muito bem a minha maneira de amar...

Já namoro com uma garota há um tempo maior do que a duração de muitos casamentos por aí. Começamos a nos envolver no final do ensino médio, hoje eu estou terminando a faculdade e nós ainda estamos juntos, e eu a amo cada dia mais. Ela é minha fiel companheira, dá-me apoio em tudo o que faço, está sempre presente na minha vida, preocupa-se comigo quando eu não lhe mando mensagem e nós sempre temos bons momentos juntos.
Embora eu tenha um forte sentimento por ela, meus pais não lhe são muito simpatizantes. Não concerne diretamente à pessoa dela, na verdade meus pais pouco a conhecem. O motivo da rejeição deles é que a família da minha namorada é um pouco conturbada, além dela meus sogros tiveram outros quatro filhos, meu sogro em especial é um cara que costuma aprontar coisas vergonhosas quando bebe, trair e espancar a mulher é só o que não fica tão feio falar. Acredito que meus pais temem ser a minha namorada uma pessoa dessa estirpe, mas se eles a conhecesse melhor, com certeza pensariam de forma diferente.
Uma vez meu pai mostrou a filha de um amigo dele, disse-me que achava ela muito bonita, e que eu deveria namorar garotas assim. O comentário dele não mexeu comigo, basicamente saiu pela orelha oposta à qual entrou. Sei que ele só quer o melhor para mim, e por isso não ligo muito para essas coisas.
Meu relacionamento foi o primeiro, em tudo. Com ela dei meu primeiro beijo, tive a minha primeira vez, envolvi-me profunda e sentimentalmente, e por isso tudo sempre foi cercado de uma aura de magia que faz com que eu sinta que o que nós vivemos é, de certa forma, especial; ocorre que ao mesmo tempo, eu acredito que por causa de nunca ter me envolvido com outra pessoa, às vezes eu me pego fantasiando com outras garotas, e tão-logo retorno a mim, sinto-me mal por me imaginar traindo a minha namorada.
Para falar a verdade, eu acho que estou me apaixonando pela moça com quem meu pai queria que eu namorasse. Todas as vezes que ela vem até a nossa loja comprar alguma futilidade, eu sempre fujo dela e faço o possível para não manter nenhum contato, nem mesmo visual. Mas de longe não tem como não apreciar a sua beleza, e enquanto ela está por perto, eu fico imaginando uma forma de puxar assunto com ela, mesmo sabendo que é errado. Quando ela se vai, eu fico me sentindo um merda por ter uma namorada tão perfeita e ainda ficar desejando outras garotas.
Ontem tivemos um dia incrível. Saímos juntos com a minha mãe para almoçar fora (meu pai e meus irmãos estão viajando, então fomos apenas nós), passamos a tarde na minha casa, demos banho nos meus cachorros, fizemos merenda, pedi o carro da minha mãe para levá-la para passear e de noite comemos sushi. Depois de um dia tão bom, seria natural que eu me sentisse à vontade para ter uma noite tranquila de sono.
Todavia, depois que me deixei levar pelos braços de Hipnos, uma miragem me fez divagar por todas as horas que antecederam a alvorada. Sonhei que tinha um mal-estar e ia me consultar com um médico que é amigo dos meus pais. Ele dissera-me que eu não tinha mais do que algumas horas de vida, e que nada poderia ser feito, nem mesmo para postergar o inevitável. Em meu sonho, antes mesmo de contar para a minha família, eu ia atrás da dita moça para contar-lhe sobre os meus sentimentos antes que me fosse, porém tardei a lhe encontrar. Quando a vi, disse-lhe tudo o que eu sentia, sem pestanejar; como admirava sua inteligência, as caridades que fazia, seu comportamento, até mesmo o sotaque carregado típico de quem vem de outro estado... Mas ela apenas respondia que ficava lisonjeada pelos meus elogios, mas nada sentia por mim.
Depois de gastar todas as horas que tinha para viver, andava deprimido e sem rumo até que vi minha namorada correndo para mim ao longe. Senti um aperto no peito e desabei na sarjeta, ela pôs a minha cabeça em seu colo e disse que o médico havia contado o ocorrido, e que todos estavam atrás de mim; que ela não sabia como viver sem ter-me ao seu lado, e jurava não se envolver com mais ninguém depois que eu me fosse. Com dores profundas e uma culpa imensa, não consegui nem dizer que a amava antes de acordar. E quando acordei, percebi que talvez houvesse algo de muito errado no que eu estava sentindo, pois em meu sonho eu gastava tudo o que tinha por quem não se importava comigo ao passo que desdenhava de quem mais me queria bem.
Não consegui dormir até o amanhecer, e já depois das 6:00 consegui repousar. Em outro sonho, a moça vinha até a loja dos meus pais e eu fazia de tudo para chamar a sua atenção. Ela me convidava para comer uma pizza e eu, todo derretido, aceitava. Mas antes que a noite chegasse, eu acordava porque tive que vir para a loja ─ dessa vez sem estar sonhando ─ para ajudar a minha mãe. Enquanto eu estou aqui, não consigo lidar com o fato de amar tanto a minha namorada e ao mesmo tempo apresentar indícios tão fortes de estar apaixonado por outra pessoa. E me sinto horrível por causa disso.
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2020.07.27 04:44 thebluecoala Dependência Emocional

[Isso vai ser longo. Desculpa ;-;]
Faz um tempo em que me peguei pensando sobre isso, e desde então tem sido algo frequente na minha mente.
No meu primeiro relacionamento, eu era muito nova, e passei por uma situação dificil em que me vi completamente sozinha (sem amigos, sem nada do tipo), e eu só tinha meu ex. Nisso, eu criei um apego absurdo a ele, ao ponto de que eu não respirava sem ir correndo contar pra ele. Juntando isso com um comportamento abusivo dele, foram 6 meses que me geraram traumas pro resto da vida.
No meu segundo relacionamento (e último até agora), as coisas seguiram tranquilas. Ele sempre foi muito de boa, na dele, mas mesmo assim eu me tornei dependente. Chegou um momento em que ele me pediu um espaço, pois queria fazer as coisas dele sozinho, e não estar 24h por dia ligado em mim. Na hora doeu muito, e durante muitos meses eu me senti mal. Me senti a namorada chata, grudenta que tranca o namorado numa gaiola. Acho que inclusive cheguei a ser abusiva em alguns momentos. Bom, com o tempo eu comecei a melhorar. Me libertar aos poucos disso que eu pregava pra mim mesma como ideal, aprender a fazer as coisas que eu queria sem ele, fazer amigos, interagir com os outros. Entrar na faculdade foi um passo que me ajudou demais, pois eu conheci pessoas novas, me vi obrigada a interagir com elas (porque né, trabalhos em grupo, coisas do tipo), e nisso fiz amizades incriveis. Sério. Pessoas que eu dou a minha vida se precisar. Que se eu precisar largar esse texto agora, pegar o carro e ir socorrer com algo, eu vou.
Bom... Algumas coisas aconteceram na minha vida no ultimo ano, em especial a morte da minha cachorra (que estava comigo a 16 anos, adoeceu, e eu tive que me desdobrar em 40 pra cuidar dela. Tópico para outro desabafo talvez, mas foi uma situação extremamente dificil), que me deu um baque muito grande. Eu passei meses na mais profunda depressão (tipo, nível não tomar banho, deixar de cuidar da minha saúde, da minha aparência - meu cabelo é colorido, e eu deixei de pintar). Até que um dia, me deu um choque, quase uma onda de desespero, de que eu estava jogando minha vida no lixo. Bom, me vi obrigada a recomeçar... E talvez foi uma das melhores coisas que me aconteceu.
Fui atras de começar terapia, foquei nas minhas amizades, voltei a pintar o cabelo, foquei nos estudos (pois tinha relaxado demais), comecei a sair com os amigos da faculdade, comecei a lidar melhor com sexo, como eu pensava sobre, como eu lidava, e aceitar que ta tudo bem gostar de sexo e pensar sobre/sentir desejo, comecei a beber (eu não queria saber de beber, até que um dia resolvi provar, gostei e enfim), cheguei até a tomar meu primeiro "porre" num churrasco da turma e nossa, foi mega divertido. Fazia anos que eu não me sentia tão livre, feliz, animada, sem aquela voz chata da minha mente me atormentando, me provocando. Eu inclusive fiz uma tatuagem... da minha cachorrinha. Foi mega simbólico, e me ajudou a lidar melhor com a partida dela.
(Resumindo: eu dei uma despirocada hahaha)
Well... Eu achei que estava me sentindo mais livre da dependencia que eu tinha estabelecido com o meu namorado, mas acabou que foi só a gente se afastando mesmo. Pedi pra terminar.
Nesse momento, eu comecei a pensar um pouco sobre dependencia emocional... que isso tava me travando demais de viver a vida. Nossa, olha quanta coisa eu deixei de fazer porque meu namorado tinha que estar comigo e fazer também, e aprovar, e ter ciência sobre porque senão eu ficava apavorada. Eu sinto que meu primeiro relacionamento me gerou isso de "preciso ter alguém comigo aprovando meus passos senão eu estou errada". O fato do meu relacionamento com a minha mãe ser meio conturbado não ajuda. Nos damos bem, mas minha mãe é aquele tipo de pessoa que quer mandar em todo mundo, e tudo tem que ser do jeito dela, então eu cresci tentando agradar, e to sempre evitando possíveis brigas.
Bom.. Acabou que me peguei num ciclo de dependencia de novo. Com meu amigo, meu melhor amigo. Ao contrário dos meus dois ex, nós dois parecemos ter essa coisa mútua de querer conversar o tempo todo e contar tudo, e pedir opinião (as vezes ele vem me pedir opinião sobre o que cozinhar pra janta ou almoço), mas é obvia a diferença gritante de que ele não é dependente de mim, enquanto eu aos poucos pareço estar me tornando dele. Quando sinto isso acontecer, eu paro, respiro e vou fazer outra coisa. Quando surge aquela vontade doida de ""pedir permissão"" ou "eu preciso falar com ele, eu nem tenho o que falar mas eu preciso", eu só dou meia volta e vou fazer outra coisa. Olha, tem ajudado bastante. Sério. Mas sinto que tenho um longo caminho ainda pra conseguir me livrar disso. (E olha, eu gosto dele. Não quero que eu acabe estragando nossa amizade por causa dessa possível dependencia. Se for pra algo rolar, quero que seja de maneira saudável pros dois).
Ás vezes sinto que nunca vou conseguir superar isso, que sempre vou precisar de alguém à tira-colo pra me orientar e "aprovar" meus passos. Mas eu to tentando... To tentando focar em mim, e mostrar pra mim mesma que eu sou a melhor pessoa possível pra guiar minhas atitudes. Mas sei lá, minha mente não é perfeita, e as vezes eu falho (tipo hoje, mas ao invés de reprimir decidi vir aqui desabafar. E olha, deu uma aliviada).
Pra fechar o texto ridiculamente longo (peço perdão, mas agradeço se leu até aqui), vocês já passaram por isso? Seja dependendo de alguém, ou tendo alguém dependendo de vocês? Queria ver mais pontos de vista sobre.
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2020.07.25 19:02 beqk A Nice mãe que tentou roubar meu gato deficiente

Olá lubinha, gatas, ser humano que está a lever espero que esteja tudo bem com oces :3
Essa história começa em dezembro de 2018 quando minha avó ganhou uma gatinha ( Eva) de uma amiga que disse: "ela é castrada pode levar", mas só que no começo de 2019 ela apareceu grávida então acho que ela não era castrada de verdade ksjdk
O maior problema foi quando ela teve os filhotes, não sabemos o porque mas três dos seis gatinhos nasceram deficiente. Um sem a orelha esquerda, outro sem a patinha e um era apenas um cotoquinho sem patas e cauda (deus tá vendo você rir viu). Foi realmente uma luta para mim tentar manter esses três vivos por um tempo, infelizmente esses dois morreram, mas o que tinha uma patinha faltando sobreviveu e eu acabei por adota-lo(o chamei de Zen pq ele só dorme o dia inteiro e continua assim até hoje) os outros também arrumaram casinhas e foi um final feliz.
But,
Quando já estáva para levar a Evinha ao veterinário para castra-la eis o choque, sim ela estava grávida de novo (admito sim que foi irresponsabilidade minha por não levá-la imediatamente, mas foi um tempo difícil onde eu não tinha realmente condições para castra-la. Peço que entendam e por favor tentem não me julgar, desde já agradeço). Dessa vez foram cinco, todos nasceram saudáveis e muito bonitos. Quando já ficaram maiores coloquei suas fotos em um grupo de adoção no Facebook com meu watts e a frase "se estiverem interessados e não puderem buscar farei o MEU POSSÍVEL para deixar nas suas casa" e hoje percebo que esse foi meu erro.
Uma das primeiras a me chamar foi essa Nice-mãe dizendo que queria um filhote macho para dar de presente a sua filha, até aí tudo bem mas ela queria que fossemos deixar na sua casa que era meio longe (na verdade longe pra caralho dava 8 horas de viagem no carro) e eu falei que não tinha como. Então ela fez o que toda nice-mãe faria nessa situação me insultou, me chamou de mentirosa, disse que os gatos eram feios e nunca iam achar um lar bom, provavelmente iam morrer envenenados e que ia escrever para os administradores do grupo me remover. Eu só disse ok e bloquei ela, dois dias depois todos os gatinhos já haviam sido adotados e eu editei a publicação agradecendo a todos que me ajudaram a achar um lar para eles (só depois de tudo foi que eu notei que essa Nice mãe havia visto a publicação, ela até reagiu com "grrr")
No dia que o último gatinho foi embora eu estava sozinha em casa quando uma pessoa bate no portão da minha casa com tanta força como se quisesse quebrar. Pensei que era minha prima pq ela só batia assim KKK e sem ver eu já fui abrindo a porta mas adivinha quem eu vejo? A Nice-mãe
Nice-mãe: Você é a menina que publicou sobre os gatinhos no Facebook né? Eu vim pegar um
Eu fiquei meio assutada ao começo, porque não havia dito meu endereço para ela e também a presença dela não era boa por si só
-Desculpe senhora mas todos já foram adotados.
Nesse momento eu vi o capeta no olhar dela. Ela levantou a voz para mim e parecia até mesmo que iria me bater, por um momento eu me senti realmente culpada e só ouvia tudo que ela tinha a dizer calada, quando percebi que ela ia passar para os xingamentos ela abaixou a voz e ficou olhando para dentro da minha casa e vi que ela olhava para o Zen que estava dormindo no chão da sala. Nesse momento ela simplesmente me empurrou entrando dentro da minha casa e pegando ele nos braços. Aí eu desci do salto e já ia começar o barraco
-O que a senhora pensa que tá fazendo? Solta meu gato e saí da minha casa antes que eu chame a polícia
Nice-mãe- Esse gato é bem mais bonito que os outros, vou levar ele
-Mas ele não tá pra adoção
Nice-mãe- Olha por sorte eu consegui uma carona pra vir até aqui então é sua obrigação me dar um gato mesmo que seja esse inultil alejado, se eu voltar sem um gato minha filha vai ficar triste e eu não quero isso.
Nisso um ódio me subiu, você pode me xingar a vontade mas meu gato não. Ela já tava quase saindo da minha casa quando eu puxei o cabelo dela com toda minha força
-Com todo respeito não tô nem aí pra sua filha. Foi a senhora que me xingou dizendo que não queria os que estavam pra adoção e agora vem aqui na minha casa se fingindo de inocente e querendo roubar os bichos dos outros? A Madame não é a dona do mundo não
Ela começou a gritar "aí tá doendo!". Talvez tenha sido mesmo estremo ter puxado o cabelo dela, mas se eu não tivesse feito isso ela tinha levado meu gato. Por sorte a prima que eu mencionei antes havia chegado e visto a cena já que o portão estava aberto e tirou meu gato das mãos da mulher expulsando ela de casa pelo braço e dizendo no meio da rua "Se você ousar voltar aqui eu te quebro na porrada"
Isso chamou atenção de muita gente e ela começou a literalmente berrar no meio da rua se fazendo de vítima e chorando dizendo que eu era um monstro, que a filha dela ia morrer por minha causa (pq de acordo com ela a criança tem problema de coração) e mais um monte de besteira. Só sei que nisso tudo meu vizinho que é um policial aposentado saiu de casa e perguntou o que tava acontecendo
A mulher falou tudo na versão dela, distorcendo as coisas claro, e eu só calada enquanto minha prima dizia "essa muié é doida"
Vizinho- Tá certo. Pois bora pra delegacia minha senhora?
Ele tirou uma algema não sei da onde e colocou na mão da mulher que começou a gritar dizendo que a errada era eu e não ela.
Vizinho- Primeiro eu vi tudo que aconteceu, até mesmo quando você xingou a Rebeca e quase ia batendo nela, você sabia que ela é menor de idade e isso pode ser considerado abuso? Além de você ter literalmente invadido a casa dela e tentar tomar a força um animal de estimação que está sendo super bem cuidado por ser especial. Então vai ser o que? Vai embora calada ou quer fazer choro na delegacia?
Aí a mulher disse que ia embora, meu vizinho tirou a algema e ela correu entrando no carro e indo embora.
Moral da história, olhe quem é antes de abrir o portão.
É isso, obrigada por ler até aqui Se proteja e lembre-se de se hidratar Bjs do nordeste
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2020.07.25 04:39 joneszoness O dia que eu fui perseguido por um policial por causa de uns beijo

Olá Luba, gatas, editores, possíveis convidados e turma que está a ler, hoje irei relatar minha experiência com uma perseguição de carro envolvendo beijos e pegação, quero aqui já esclarecer que eu não fiz nada, sou a vítima. Eu estava com um grupo de amigos de idades equivalentes, (todos maiores de idade) a gente saiu para fazer cosias de jovens, e um desses meus amigos estavam com uma mina lá que ele ia beija, e uma coisa interessante de destacar é que essa menina tinha a nossa idade porém o pai dela era bitolado véi, muito protetor, ficava vigiando a filha, mas enfim, isso vai fazer sentido mais lá pro meio da história Ok, chegamos lá numa praça que tem um guardinha e esse meu amigo aí falou para mina para ir no banheiro, eles entram no banheiro feminino, até ai, de boas o guarda tava numa parte de cima e não dava para ver meu amigo entrando, ok, eles entram e eu e meus outros amigos começamos a alopra os dois, começamos a grita, zua, até ligamos um gemidao do zap, e isso durou uns minutos, aí a gente deixou os dois lá, começou a demora de mais, a gente começou a ficar com medo, porra era só para ser um pega, até que então entra duas meninas dentro do banheiro e ficam paradas na porta bem na hora que meu amigo ia sair, nessa hora eu comecei a cagar de rir e meu amigo não sabia o que fazer, mandando msg no zap para ajuda, por que ele tava com medo de sair e as meninas ficarem bravas (com razao) ou chamar a atenção do guarda, então ele continuo lá dentro, então reparei que tinha um carro preto rodando a praça, aí eu pensei "Porra será que é o bitolado ? Mas mano por que ele faria isso a menina não avisou ?" Aí eu falei com meus amigos lá e avisei para ficar esperto, mandei msg para meu amigo dizendo que tinha um carro estranho rodando a praça, a menina respondendo do celular do meu amigo perguntou se era um carro preto e falou o modelo (o que foi inútil, afinal eu não sei modelo de carro) e se tinha um cara grandão dentro, disse que a única coisa que batia era a cor do carro pois não conseguia ver dentro, aí o carro foi embora e eu disse para eles saírem bem rápido, as meninas já tinham saído, ai só sai a menina, toda suada, (Se fude acho que passou dos beijo essa merda) ela disse para eu ir lá perto do banheiro que esse meu amigo precisava de ajuda, na hora que eu chego perto o bixo salta em cima de mim me agarra com o braço e sai falando "ae amigão bora fi" porra olha o jeito que o cara faz, óbvio que o guarda pensou que a gente tava dentro do banheiro feminino, e veio dá bronca em nois, aí a gente foi conversando e falando com o guarda "Mano fica de boas aí, a gente não tava lá dentro não" e ele todo puto falando para gente sair da praça, falamos que não íamos sair e dissemos "Cara a gente não fez nada, e se a gente fez não foi nada de mais, relaxa" e nessa hora eu mandei pro guardinha "Mano relaxa o cu" só que mano, não foi na maldade, foi só uma gíria, o guardinha ficou triloco de raiva, e começou a puxar a gente da praça a gente fala "sai tio, cê tá ficando loco mano ??" A gente se solta e começa a volta para praça, e aí adivinha ??? Um cara bem grande apareceu e perguntou para o guardinha o que estava acontecendo o guardinha disse que "A esse 3 estavam no banheiro feminino" MANO EU NAO TAVA, PORRA ESSA, na hora nem deu tempo de fala nada, o grandão só mandou "Carro" olhando para a menina, na hora pensei "porra é o pai dela que merda", e eu tenho um problema de fazer piadas em horas não muito boas, então o cara lança isso, eu cagado de medo abro a boca e mando um "Homens de poucas palavras" pra que fi, agora era o pai da mina e o guarda puto olhando para gente, o cara vem para cima de mim falando "Cê tava no banheiro com minha filha ? Cê você tiver cê tá fudido" aí na hora o sangue esquentou, e eu quis provoca o maluco, e mandei para ele "Ué mano se acha que você é quem?" E ele só manda um "Polícia federal" na hora só falei um "Puts me ferrei", filho da puta começa a vim para cima de mim e eu indo para cima dos meus amigos, ele disse "Eu vou revistar todo mundo" e tipo, a gente não tinha nada, mas a gente não queria ser revistado por um maluco aleatório, vai que ele aproveita e bate na gente, a gente começou a fugir, indo embora da praça, mano até aí de boas, mas do nada, esse doente COMEÇOU A PERSEGUIR A GENTE, TIPO CORRER RAPIDO MESMO, A GENTE SAIU CORRENDO DE MEDO DAQUELE FILHO DA PUTA, a gente correu para longe da praça olhamos e ele tinha voltado, na hora a gente só pensou que ele tava afastando a gente da praça, e começamos a ir embora, afinal, fim de role, e mano beleza, a gente andando olhamos para trás e mano O CARRO PRETO, E NAO ERA O BATMÓVEL, ERA O FILHO DA PUTA, mano a gente começou a correr muito rapido, e sorte nossa que aquele lugar já era mais longe do centro, então dava para correr para tudo que é canto, e ele tava correndo atrás da gente véi, com o carro mano, COM O CARRO, a gente ficou correndo uns minutos lá e chegamos em um ginásio da minha cidade, a gente decidi entrar na área do ginásio para se esconder no escuro, e se passarmos pelo ginásio tinha como a gente sai por um lugar que era bem iluminado e em uma rua reta que dava para correr bastante caso desse merda, mas para isso a gente tinha que atravessar duas quadras, uma de futsal e outra de basquete, no escuro, com o cara, por que esse maluco viu a gente entrando no ginásio e parou o carro lá perto, não sabemos se ele saiu do carro, só fomos andando na maior surdina até sair, quando olhamos para trás o carro tava lá, então ou ele tinha feito para assustar e tava no carro ou então ele tava perseguindo a gente no ginásio, saímos correndo, na quela reta já era meio que uma reta final, faltava pouco para chegar em casa, então só ficamos cágados de medo com todo carro passando por nois, mas no final de boas, dormimos. Aí no outro dias a gente juntou tudo, descobrimos que ela tinha falado para o pai dela que ia sair com as amigas e que a irmã dela dedurou ela,a irmã dela mandou foto dos dois entrando no banheiro, o que eu não entendi, por que aí ele saberia que eu não estava junto, então só aceitamos, e essa menina disse que o pai dela sabia a onde a gente morava e disse para a gente ficar esperto, depois ficou aquele cagasso durante umas semanas em todos nossos teres com medo desse maluco aparecer.
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2020.07.18 08:30 rafaspbarbie A AMANTE.

Oi genty, povo tudo vocês, Lubisco, gatitas, editores, turma, galero, convidado não por que né QUARENTENA, mds to nervouser. Essa história é a história de como eu virei a amante de um cara. Como é uma história anônima, vou mudar os nomes tudo. Se preparem pois ela é looooonga
Bom, em meados de 2016, tinha voltado a estudar na Tijolinhos (nome fictício de uma escola particular em Brotas-SP) depois de repetir de ano e tal. Lá conheci a Joséfa, que virou minha melhor amiga pra vida (ou não, né?), e desse rolê todo boa parte foi culpa dela (TÔ DE OLHO JOSÉFA). Um lindo dia na escola, tava eu lá, com vontade de fazer pipi, ou só me olhar no espelho pra ver o quão bonitona eu tava, e quando tava descendo eu vi ELE, Pablo, na sua escadinha de técnico de Wi-Fi, skksksksksks ele era lindimais (bom, eu achava né) e daí eu passei por ele, trocamos olhares bem calientes, mas ficou por isso.
Logo de noite ele me adicionou no SNAP, sim, snapchat. E trocamos muita ideia, ele era muito inteligente e a gente combinava em muitos aspectos, tava xonadinha. Depois de uns dias conversando com ele, o mesmo apareceu na escola de novo, E DAÍ QUE COMEÇA A MERDA. Estava sentada com Joséfa e comentei:
Na hora eu mandei mensagem pra ele falando um monte de coisa, que era um absurdo ele namorar e falar comigo daquela forma, insinuando coisas, falando pra gente ficar e tal e que eu seria só amiga dele a partir daquilo, AHAM.
Daí entra a parte importante da Joséfa na história. A doida nada mais nada menos me chamou pra fazer vôlei com ela, e eu fui, tinha dois horários, o das kids e dos adultos, íamos nos dois. Fomos no primeiro horário, e partimos pro segundo logo em seguida. Então tava eu lá, linda e plena mexendo no celular e daí a anta da Joséfa começa a dar risada olhando pra longe, eis que me vem à imagem de quem? PABLO. Ela já sabia que ele fazia vôlei, acho que ela queria ver o circo pegar fogo, MESMO. Ele me cumprimentou todo sem graça, mas sempre trocando olhares comigo do tipo "te quero" e eu me segurando pra não pular nele ali mesmo. A gente continuou conversando normalmente, mas havia um flerte sim, mesmo que muito inocente.
Mais pra frente, decidi chamar ele pra conversar, falar pra ele que eu estava gostando dele de verdade, combinamos de conversar depois do vôlei e ele me daria uma carona até a casa dele. A conversa foi basicamente os dois se olhando na maior vontade, eu falando que gosto dele, ele retribuindo, mas também falei que não faria nada em respeito a namorada, AHAM². Durante a conversa teve troca de carícias, muitos abraços, carinhos e olhos nos olhos. Quando íamos pro estacionamento pegar a moto dele, ele me levou para um canto escuro e tentou me beijar, mas dei um abraço porquê não tava me dando por vencida. Quando subimos na moto, ele me disse que ia passar na casa dele pra pegar o carro pois seria mais confortável pros dois (o que ia ser mais confortável hein, Sr. Pablo?!), mas que não era pra me preocupar pois não teria ninguém em casa... MAS TINHA! A família toda dele tava lá, mãe, padrasto, irmãos.. entrei lá com a maior vergonha, ainda tive que ouvir do irmão "quem é essa menina estranha?" Fui pro QUARTO dele, sentei lá na cama e fiquei um tempo ali absorvendo tudo, enquanto ouvia ele falando com a mãe sobre mim, "apenas uma amiga"... sei (foi exatamente o que a mãe dele disse, não tínhamos muita credibilidade). Fomos pra minha casa e ele tentou me beijar de novo, mas não rolou, ainda achava que não daria o gostinho pra ele.
Continuamos conversando e tendo uma relação bem inocente, e era muito bom, confesso. A gente ainda ia no vôlei, ele me dava caronas, era bem discreto e bom, como aqueles romances dos anos 50 que não havia nem beijo, o sentimento se mostrava em outras demonstrações, no carinho, no toque, nas conversas, nos olhares e era bem assim, me vendo por fora da cena, veria uma garota com cabelos aos ventos sorrindo na garupa de uma moto abraçada em um cara que a fizesse sentir o amor, o vento, borboletas no estômago uma primeira vez.
Eu, Joséfa e Pablo descobrimos que teria uma chuva de meteoros na madrugada de quarta pra quinta, nos animamos muito pra ir, mas no fim iria só eu e ele... era o que eu achava, né? (Só pra constar, não havíamos beijado ainda.) Bom, ele me buscou em casa, fomos pra casa dele buscar cobertores e nisso ele me deu uma camiseta (que eu tenho ate hoje) de unicórnio. Com isso ele me disse que umas pessoas iam junto, fiquei meio assim, mas se não tinha problema pra ele, por que teria pra mim? Só que essas pessoas eram o que? A FAMÍLIA DELE. Primos, tios, tia avó (que aliás, gostou muito de mim) muitos deles achavam que eu era a namorada dele mesmo, pois estávamos muito próximos já. Durante a chuva eu só conseguia olhar pra ele, muitas das vezes ele me fazia olhar pras estrelas (não é atoa que eu o chamo de "Sr. das estrelas"), esperando algum meteoro cair, mas eu não vi nenhum. Enquanto estávamos lá, com a família dele, a gente se acariciava, ele me dava selinhos e eu juro que podia ser só isso pro resto dos meus dias com ele, pra mim estava perfeito. Fomos embora, levamos um dos tios dele pra casa, nisso ele me pergunta se eu queria ir embora já, obviamente disse que não.
Fomos para uma parte onde dava pra olhar bem as estrelas, mas naquele dia eu tava cansada de olhar pra elas. Nós paramos o carro e, naquele momento tudo parecia em câmera lenta, de olhar um para o outro, como tirar o cinto e até na hora do (finalmente) beijo. Sim, naquele momento eu virei A Amante. O beijo foi incrível, tudo se encaixou, foi o melhor beijo da minha vida até hoje, tínhamos química, minha pele se arrepiava só dele me tocar, era tudo como um conto de fadas, só que sem a parte do príncipe encantado.
Eu vivia com ele, vivia na casa dele, assistimos vários filmes, passamos por lugares incríveis, daqueles que faziam a gente suspirar e não querer parar de olhar. Cada vez mais eu me apaixonava, ele me fez sentir coisas que eu nunca senti, me fez ver coisas que eu nunca vi, me fez me maravilhar com as coisas simples, como estrelas. Mas eu sempre ouvia dele que ele sempre era o coitado, de como a Jurema (a tal da namorada) era ruim com ele, das vezes que ela traiu ele, das vezes que ela o tratou mal, mas mal sabia Jurema o que ele fazia também, mal sabia ela o quanto eu me sentia mal por isso. Sempre coloquei na minha cabeça que não tinha motivos para trair, mas que eu me conformei com a situação, achei que, dessa vez, tava tudo bem, até porquê eu tinha ele, né?
Como o tempo, tudo se passava, ele me fazia promessas, me prometia terminar com Jurema, que seríamos felizes, ja estava enjoada de ser rotulada como A Amante, não só por mim, mas por ele, por Joséfa também (que passou vários momentos de vela entre eu e Pablo). Numa dessas fui até na casa da avó dele, joguei truco com sua família, beijei ele na frente deles, (um deles lembra de mim até hoje, fala comigo como se eu fosse a ex oficial dele kkkk). Numa outra saímos com um dos seus amigos, nesse dia descobri que a nossa música era aquela lá, a tal da Cataflor do Tiago Iorc, aquela que toda vez que ouço lembro do dia em que eu ouvi pela primeira vez. Esse tal dia estávamos eu e Pablo em sua casa quando ele recebe uma ligação do seu amigo falando que ele queria vê-lo, Pablo falou que estava com uma "amiga" e esse amigo, o Gerson, disse que tudo bem eu ir junto. Entramos no carro, cumprimentei ele, e logo ligamos o som do carro ouvindo Tiago Iorc num tom bem doce, todos cantando e, no momento que esta começou a tocar, ele segurou a minha mão e disse:
-Ok.
Nisso começa a letra, não era atoa que eu me apaixonei, um cara que disse que me daria todas as flores no mundo mas que nenhuma delas chegava a ter a beleza que eu tinha, que a natureza tentou imitar 'tamanha' beleza mas que falhou, pois não tinha como ter algo tão bonito quanto. Como eu não me apaixonaria? Eu também não sei responder essa.
Logo após um tempo, comecei a cobrar o término dele e ele sempre me dizia que era muito difícil, pois era um relacionamento muito longo (3 anos). Pois bem, um mês depois disso ele terminou, viajou pra cidade dos primos dele, foi em várias festas, beijou várias meninas e depois que voltou, me buscou em casa, fomos pra um dos "nossos" lugares, ele sentou comigo e me contou tudo, das meninas, de quem ele teria ficado, como que ele estava amando ser solteiro e tudo mais. A ficha não tinha caído, ele realmente estava solteiro, não devia mais nada à ex, mas ao mesmo tempo parecia que ele não devia nada à mim também, que o cara que falava aquelas coisas, me fazia sentir aquelas coisas e falava que era apaixonado por mim havia sumido junto com o término dele. E. ISSO. DOEU. MUITO. Ficamos naquele dia, mas eu fiquei extremamente desconfortável, cheguei em casa e chorei por horas, do tipo "será que aquele cara nunca existiu?". Nos afastamos cada vez mais, e cada dia que passava a única oportunidade de ver ele, eu não via.
Teve uma festa, a Semáforo, foram todos meus amigos, me diverti pra caralho, dancei por bosta e por fim, ele estava lá, fiquei com ele várias vezes, fiquei com a Joséfa também (pela primeira vez), demos um beijo triplo, ficamos por maior tempão juntos, até subi no colo dele quando ele tava deitado no sofá kkkk, hoje em dia isso é de boas, mas na época muita gente me julgou. Depois disso nos afastamos de vez.
Umas semanas depois, estava na aula de artes, (na qual a professora era madrasta do Pablo) quando a professora diz:
Olhei pra Joséfa na hora e fiquei muda, aquilo partiu mais ainda meu coraçãozinho. Mas o que não era pra ser, não ia ser, não é?
Bom, gente, essa foi a minha história. O Pablo continua com a Múmia, mas não adianta ter uma aliança no dedo DE NOVO, e ainda olhar pra mim com a mesma cara de apaixonado de antes, vir me seguir nas redes e ainda dar em cima de mim, TÁ PABLO??? VÊ SE APRENDE A RESPEITAR A SUA MULHER, BEIJOS.
Um beijo no core de vocês, espero que tenham gostado, xau.
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2020.07.15 17:11 Rdm15000 Briga com a auto escola

Bom, ouve um situação hoje na auto escola onde frequento. Tentar descrever a situação o melhor possível.
Já tive problemas anteriores com essa auto escola, na minha segunda aula lá, marcada para 1:30PM o instrutor passou em na minha casa para me buscar, 1:19PM, e me mandou mensagem as 1:22PM que como eu não tinha parecido ele foi embora.
Isso gerou animosidades com a auto escola, e eles subsequentemente se recusaram a me pegar ou me deixar em casa qualquer outra vez que tive aulas lá.
Varias vezes que fui lá atender as aulas, tive problemas em relação aos horários, de chegar e ter que esperar 10 a 40 min, pois o instrutor ficou atrasado para a aula marcada, ou de chegar exatamente na hora, e ouvir que o instrutor já foi e eu perdi a aula.
Hoje pela manha, eu iria ter uma aula extra, antes do meu teste pratico amanha, aula está marcada para as 8:50AM, e eu acabei vindo de carona com a minha mãe e nos chegamos em cima da hora. A auto escola insiste em pagar antes das aulas, e o horário que minha mãe passou o cartão na maquina consta como 8:53AM. Ao questionar se o instrutor já teria ido e se daria para fazer a aula ainda, a atendente falou que ele nem havia chegado e estava "atrasadinho".
Passados 30 min de espera, questionamos onde ele estava, e a atendente falou que iria ligar pra ele, para se informar. Passados 15 min da ligação ele apareceu, com outra aluna e disse que foi buscar ela para aula, e que como não aparecemos no horário, eu perdi a aula. E que se eu ainda quisesse ter aula, teria que esperar mais 1 hora até que a aula da outra aluna terminasse.
Depois de algum bate boca, pediram para a outra aluna, esperar, que chamariam outro instrutor para ela e eu teria minha aula, pois já estava paga. Nisso o instrutor tentou me dissuadir de ter a aula e disse para min e minha mãe que era uma aula perdida, e que eu estava muito estressada para ter aproveitamento. E disse ainda varias vezes que a culpa foi nossa de não estar lá no horário marcado, e que não é problema dele, informar para os alunos se ele está vindo ou não, e que nossos relógios claramente tinham problema, pq no dele, ele estava correto.
Minha mãe, que tem problemas no coração estava muito irritada com a situação, e reclamou sobre a falta de profissionalismo dele, e que o lugar deveria fechar, pq eles não tem capacidade de atender os clientes. Depois de mais algum bate boca, eu falei, em forma de brincadeira, de muito mal gosto eu não nego "Calma mãe, depois que eu fizer o teste vc vem e taca um molotov nesse lugar, com todo mundo dentro".
Nisso o instrutor virou pra min e questionou se era uma ameaça, ao que eu respondi, "não, foi uma piada". Nisso ele começou a gritar, "Aula cancelada, não encosta no carro", e correu pra dentro da auto escola lotada com vários atendentes e alunos, gritando bem alto, tanto que pessoas passando na rua pararam para ver. "Chama a policia aqui, ela ameaçou me matar, vamos chamar a policia, vc não se move que nos vamos chamar o 'Geronimo' e vc vai ver se vai continuar com essa atitude".
'Geronimo', seria o tenente de policia do batalhão local. Eu conheço ele pessoalmente, já que eu trabalhei, instalando sistemas de segurança na central de policia. Eu não sei se ele esperava que eu soubesse quem é o 'Geronimo', e sentisse medo, mas ele gritou varias vezes que iria chamar ele, e que iria chamar a policia e que eu sairia dali presa. Eu apenas falei, que ele podia chamar a policia.
Ele começou a gritar sobre como ele não iria dar mais aula para min, que eu só sei falar blasfemais, e me acusou de varias coisas. Ele falou que eu teria chamado a filha dele, a atendente, de gorda e sido grosseira com ela, e que ela teria chorado 3 dias por isso. Eu neguei e ele falou que tem gravado no sistema de segurança. A atendente se juntou a discussão e falou que minha mãe teria chamado ela de gorda e falado que ela tem dentes amarelos e feios na cara dela. Coisa que minha mãe negou, ao que eles ficaram gritando que tem gravado. Eu não me recordo de nenhum desses incidentes, eu e minha mãe passamos menos de 5 min na mesma sala que a filha dele a atendente em todo o tempo que estive na auto escola. A grande maioria das conversas que tivemos foi por Whats App.
O instrutor continuou gritando que fui grosseira com praticamente todos os instrutores de lá, sendo que só tive aula com ele. Que ele nunca teve um aluno que falasse blasfêmia, como eu. Que o problema era minha grande falta de educação e que eu tinha agredido verbalmente a filha dele. Eu me sentei e falei que iria esperar a policia, que era bom que ele tinha gravado as coisas, que eu iria fazer uma queixa contra ele por calunia e difamação, e que queria ver se ele ia mentir assim no tribunal. Ele eventualmente parou de gritar, e a atendente disse que iria devolver nosso dinheiro e que era para nunca mais voltarmos lá.
Apesar de ter pegado o telefone e saído, a atendente não ligou para a policia, ligou para a dona da auto escola, tia dela, irmã do instrutor. Ela apareceu e nos chamou para o escritório dela para conversar. E chamou a atendente tbm, e o instrutor para esclarecer as coisas. A atendente se recusou a ir, e o instrutor falou que não tinha nada para falar. Minha mãe pediu que ele fosse e falasse tudo que ele falou para nos. Ao que ele gritou para minha mãe; "Quem é vc, vc não manda em min, cuida da sua vida, eu vou se eu quero".
Ele foi no escritório falou que nos nos atrasamos muito e por isso perdemos a aula, e então eu ameacei explodir todos os carros. Eu comentei que, eles falaram em nos estornar o valor da aula, e o instrutor falou que eu estava mentindo descaradamente, ao que eu falei que estava gravado nas tais câmeras de segurança, e ele não teve resposta nenhuma, apenas uma cara de desgosto. E a dona mandou ele sair e ir dar aula para outra aluna.
A dona riu a conversa toda, recusou a ouvir eu ou a minha mãe, e só tentou manejar outra aula e remarcar o teste pratico. Quando eu questionei as ditos vídeos de segurança, e que a atendente falou de estorno ela olhou pro lado e ignorou, e mesmo pedindo de novo, ela não me deu nenhuma resposta. Quando estávamos saindo da escola, acompanhados por ela, ela falou que se eu reprovasse na prova pratica, eu deveria ir procurar outra auto escola.
Gostaria de saber no quesito de direito do consumidor se tem algo que possa fazer em relação ao fato de eles marcarem horários comigo e não cumprirem, além da falta de profissionalismo. Em relação com a questão das múltiplas injurias de ambos os lados da situação, seria melhor eu fazer um BO?
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2020.07.10 17:54 htreblin Eu não suporto meus vizinhos

Eu (22,M) morei em 5 cidades diferentes e no total em mais exatamente 15 casa diferentes , sendo que na só em Santa Barbara (onde moro atualmente) morei em 7 lugares diferentes. Acho impressionante como em todas as casas que morei aqui sempre tive vizinhos extramente chatos, barulhentos, perigosos ou apenas inconvenientes.
A primeira casa: Além de ter um aluguel gigante era cercada de biqueira de fumo. Na casa ao lado era constate a gritaria dos vizinhos com os filhos deles e tinha o fator movimentação estranha de gente comprando droga que incomoda minha familia. Decidimos sair da casa rapido para não renovar o contrato.
A segunda casa. Moramos em uma casa provisoriamente que ficava no fundo de uma outra casa. A intenção era ficar apenas tempo suficiente para alugar uma casa maior, alias minha familia tem 4 pessoas. A dona da casa( que morava na casa da frente) gritava o dia inteiro com o filho dela que só ficava na rua chutando bola no muro. Quando ela parava de gritar, o filho começava a brigar com a irmã dele que logicamente era uma doida varrida igual a mãe e gritava agudamente. Eu e meu irmão eramos do tipo que ficava na TV ou jogando videogame quieto em casa e ficávamos muito incomodados.
A Terceira Casa: Finalmente encontramos um lugar barato e grande para morar e mudamos. A casa ficava em lote dividido, so que dessa vez não era no fundo. As casas eram uma ao lado da outra então não era tanto incomodo no quesito entrar e sair da casa, MAS a casa tinha um cachorro que ficava preso em uma corrente movel na frente das duas casas e esse desgraçado latia para um caralho( alias só ficava preso, sozinho, ninguem bricava com ele,nunca era solto) . A filha da dona da casa ao lado sempre ficava xeretando o terreiro da nossa casa. O Neto da dona da casa ao lado, as vezes entrava dentro da cozinha da cozinha da casa da gente e era o tipico jovem mimado do cabelo boi lambeu que ninguem gostava. Até que ficamos bastante tempo nessa casa porque esses incômodos eram pequenos.
A quarta casa. Mudamos pra rua ao lado da casa anterior. Bem no começo ja descobri que a casa vizinha na esquerda era composta por 4 pessoas. Uma mãe evangelica bem trabalhadora e dedicada a família, que gostava de cantar hinos de louvor, isso quando o radio não tava ligado na radio crente. Um Pai que passava o dia todo trabalhando, mas só chegava em casa as 21,22 horas apos uma longa passagem em um buteco o que despertava discussões com a mãe evangelica. A filha que era uma dependente de crack e quem ja teve na familia ou vizinho dependente sabe que eles costumam ser bem inconvenientes de vez em quanto. O neto que era um menino de 2 anos que não vazia barulho.
A quinta casa nos moramos apenas uma semana, só que era muito pequena e voltamos para a quarta casa. Na quinta não tínhamos vizinhos , não tinha barulho, morávamos em uma esquina, então a casas mais próximas eram longe suficiente para não incomodar . Tudo bem, tinha uma escola perto e o barulho costuma ser chato, mas é um barulho com hora de começar e terminar que dava pra encarar. Voltamos pra a quarta casa e então minha mãe e meu padrasto compraram uma casa no bairro da quinta casa. Na mesma rua, só que bem pro final.
A Sexta casa era um inferno. O desgraçado do vizinho que trabalhava de horario entrava na garagem dele com o carro do som ligado e alto independente da hora. Durante o dia ficava as 2 filhas e a mãe e elas brigavam entre si, ligavam o som da casa bem alto, cantavam , gritavam com o cachorrinho. A casa da frente tinha uma mãe que cuidava de seus 3 filhos bagunceiro que também não dava sossego

Se não quiser ler tudo comece por aqui
A Sétima é onde eu moro hoje. é a 109 metros de distancia da sexta e cerca de 300 metros da quinta casa. Um vizinho comprou um paredão para o carro dele, o outro tem a fixação em fazer barganhas e juntar lixo, ele é tão louco que eu ja vi ele PICAR um carro com um machado para vender pro ferro velho Além das 9 pessoas que moram nessa casa e eles não economizam em gritar palavras de baixo calão. Eram 10 nessa casa, mas o 10cimo foi preso recentemente por trafico de drogas e quando ele tava solto até bater na mãe ele bateu. O pior é que eles não ficam dentro de casa, eles ficam sentados no passeio da rua. Eles sabem quem tá em casa de cada casa, quem saiu , quem entrou , que hora etc. Estamos construindo um quarto novo aqui em casa e fiz o pedido de material de construção. Quando escutei o caminhão chegando eu fui prender meus cachorros e colocar um boné, isso depois de eu gritar "LÁ VAIIII , TO PRENDNDO O CACHORRO". Quando terminei abri o portão e o caminhão tava indo embora. O vizinho, dessa mesma casa a frente sismou de receber a entrega e falou pro caminhão descarregar no passeio. Moral da historia eu tive que carregar cimento e a massa de assentar porcelana para dentro de casa. Hoje chegou uma encomenda que comprei, o entregador chamou UMA VEZ e eu fui. enquanto eu saia pelo terreiro eu escutei o vizinho gritando "Tem Ninguem ai, se tiver algo pra entregar pode deixar comigo". Ai eu apareci na porta e o entregador tava quase entregado a prancheta pra ele assinar. E até agora eu só falei dos vizinhos que moram do outro lado da rua. Porque os que dividem parede conseguem ser tão inconveniente. A vizinha do lado direito tem 5 filhos e acredite tem dia que vem um senhor visitar a vizinha de tarde e eles conversam bem alto, ela também é crente e quando limpa a casa canta bem alto ( felizmente ela canta bem) , a filha coloca Rap e Trap bem alto no som da casa, os filhos jogam futebol na rua usando o muro da minha casa como gol e ainda chutam a bola dentro de casa eventualmente e nem pedem mais para pegar, entram e pegam. Sem contar que 3 dos filhos são do coral da igreja e eles sismam de fazer ensaios pro grupo 10PM que eventualmente dura até as 2AM . O filho mais velho é a versão do vizinho da saveiro rebaixado só que versão moio. Porque ele passa madrugadas fazendo melhoria na DT 180 dele. Meu vizinho da esquerda, simplesmente ja pulou o muro, usou as madeiras aqui da minha casa para fazer andaime para ele dar manutenção na casa dele, o filho da puta colocava lixo dele na porta da minha casa.
Eu não ligo som alto e quando ligo alto é apenas suficiente para que eu escute em outros comodas da casa. Nunca pedi vizinho nenhum ajuda, não sei nem mesmo o nome deles, nunca dei confiança, nunca fiz festa, nunca fiquei na porta da casa olhando pra vida deles. Tudo que eu queria era um pouco de respeito e silencio as vezes. Porra, qual a fucking necessidade de se ligar um paredão de som no domingo 8AM ? Bom senso não existe nessa rua. Fiquei sabendo de um amigo que mora perto, que os vizinhos me acham tirado e metido porque ando na minha.
Ja liguei ja algumas vezes pro 190 , mas advinha, a policia nunca vem. Talvez eu tenha que escrever um desabafo sobre eles também porque é incrível como toda vez que precisei da policia eles não atenderam.
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2020.07.03 17:31 claudias05 Sou babaca por querer seguir a minha vida?

Oiii turma. Espero que esteja tudo bem com vocês. Desde já lamento pelo texto enorme xD. Eu mandei para o pare de mímimi a pedir ajuda á Gabbie a minha história, mas também quero a vossa opinião.
Bem, para começar com um pouco de contexto, a minha mãe ficou grávida de mim quando tinha 18 anos e o meu pai tinha 19. Isto é muito importante!
Sempre me explicaram que eu nasci por acidente, e eu nunca levei isso a mal, pelo contrário eu brincava com a situação a dizer que sou um acidente feliz.
Como os meus pais foram pais novos, eu tenho os meus avós todos vivos e os meus bisavós também, e sempre fomos uma "família feliz e unida" (depois percebes a razão das aspas).
Até aos meus 12 anos de idade a minha família era o meu apoio, eu sempre sufri bullying na escola (o bullying durou até aos meus 16 anos)e a minha família era tudo para mim, mas aos 12 os meus pais separaram se e o meu mundo caiu.
O problema não foi a separação dos meus pais, eu desde sempre que digo "prefiro vê los bem e separados, do que juntos e mal". O problema foi que graças á separação deles eu descobri que eu vivi uma ilusão a minha vida toda.
Eu sempre fui um pouco mais madura e um pouco mais inteligente do que o normal, e os meus pais aproveitavam isso, "ah C, tens que perceber que isto e isto não pode, os pais não podem" entre outras coisas. E devido a uma parte da família me ver como a razão da vida dos meus pais terem sido arruinadas, eu, para além de gostar imenso de me esforçar por mim mesma, sempre me esforcei duas vezes mais nas coisas para os agradar e fazer por merecer um lugar na família e o amor deles.
Eles começaram me a ver como a "salvação" e a menina deles e começei a ter muita pressão em cima. Quando os meus pais se separaram, eu virei a adulta da família, os meus pais, e os meus avós (tanto os paternos como os maternos) tem todos depressão, e na altura que os meus pais se separaram o meu irmão mais novo tinha 6 anos era muito pequeno, então eu é que fui o suporte da família. Apesar disso, quando eles estavam mal eu era o apoio, quando ficavam melhor eu já era só uma cachopa que não sabia nada da vida.
Conforme o tempo foi passando eu descobri que afinal aquela "família feliz" era uma mentira, eles fingiam isso tudo a minha frente para não me afetar, quando na verdade a família era cheio de problemas, de vinganças, problemas de heranças e intrigas e entre outras coisas.
Eu e o meu irmão ficamos com a minha mãe e íamos ver o meu país aos fins de semana, e com o passar do tempo o meu pai começou a mudar o comportamento dele.
Começou a manipular me, e a tornar se abusivo (nunca me bateu, porque apesar de todos os problemas eu continava a ser a menina, e ele só fazia as chantagens emocionais e os jogos mentais).
Os problemas começaram a aumentar com o tempo, a minha mãe com a depressão dela começou a prender me ainda mais (eles sempre foram muito protetores por serem pais jovens e nunca me deixaram fazer nada), não podia fazer nada, não podia ir ter com os meus colegas, nada.
E o meu pai começou a piorar os comportamentos dele.
Em relação ao meu pai chegamos mesmo a ter a polícia envolvida, aos meus 17 anos a polícia chegou a aconcelhar,fazer mos queixa porque o que ele fazia comigo, com a minha mãe e com o meu irmão era violência doméstica emocional e psicólogica (por isso é que não digo as coisas que ele fez para não dar gatilho em ninguém que esteja a ler).
Nesse mesmo ano fui a tribunal testemunhar sem advogados nenhuns contra o meu pai. Eu fui lá dei o meu testemunho e disse "eu não quero que ele vá preso, eu quero que o ajudem e que o acompanhem, porque eu sei que ele tem depressão e ele não tem de ser preso só precisa de ajuda". Resumindo a situação do tribunal eu pus a juíza a chorar em pleno julgamento, os advogados não sabiam mais o que dizer, o meu pai graças ao meu testemunho ia ser punido e acompanhado, mas a minha mãe desistiu da queixa.
Depois disso eu deixei de ir ter com ele, já que não resolviam o assunto eu ia dar prioridade a mim mesma e a minha saúde mental (graças a tudo o que ele fez a minha média escolar desceu 6 valores e mesmo assim consegui acabar esse ano como se tivesse descido apenas 0,2 valores, mesmo com tudo a acontecer). Eu não podia deixar estas coisas afetarem o meu futuro.
Devido a esses 0,2 valores, eu perdi direito a bolsa de mérito devido as boas notas. (isto vai importar mais a frente).
Quando deixei de ir, o meu irmão ia na mesma, e o meu pai usava o meu irmão para me fazer inveja e a vida num inferno. Ele dizia me vezes e vezes em conta que não havia razões para não ir porque ele na fazia nada, e comprava o meu irmão para ele lhe dar razão.
Em casa a minha mãe dizia "estas a ver o que estás a fazer ao teu pai? Já viste o que estás a fazer aos teus avós também, quanto eles estão todos a sofrer" ela dizia isso sempre que nos falávamos do meu pai. Farta da ouvir decidi ir ter com ele para exprimentar e o meu pai começou logo com problemas outra vez e com as coisas dele, e eu tentava sempre resolver e ele fazia se de vítima e culpava me a mim.
Falei com os meus avós para o tentarmos ajudar a ultrapassar a depressão dele, e disseram que era só eu deixar de mentir que a depressão dele passava (ou seja eu era a culpada da depressão dele, quando ele sempre a teve).
Em relação ao meu pai eu apenas ignorei o assunto vou ter com ele apenas em festas de anos ou assim e pouco tempo para ele não poder manipular e para a minha mãe não me chatear (apesar de que ela diz sempre "vez tinha razão" quando é mentira porque eu quando vou para lá eu tenho de por uma máscara e agradar lhes em tudo, e sinto me horrível sempre que vou e estou la).
O problema aserio foi agora á um tempo. Eu fiz os 18 em maio, e desde o início de 2020 que a minha mãe anda me a prender mais e sempre a mandar a baixo a dizer que não estou pronta para gerir uma casa sozinha porque sou desorganizada e coisas assim (quando é mentira, eu adoro organizar as minhas coisas, eu apenas o faço de maneira diferente dela). Ela até diz a minha avó (mãe dela) coisas que eu não faço bem, imagina eu faço 5 coisas 4 bem e uma mal, e ela conta a mal a minha avó e diz "opah vez, já eu não era nada assim contigo, agora a c fogo". Até na minha cara ela faz isso.
A depressão dela tem piorado e ela está quase no mesmo ponto que ficou quando os meus pais se separaram, (ela ficou de cama 3 meses e eu com 12 anos na altura é que a levantei da cama).
Ela tem andado pior e descarrega em mim. Eu é que tenho feito as coisas em casa, e depois de 6 anos a aturar estes problemas e a resolver tudo e a compreender tudo, e de sofrer imenso mas sempre a compreender que eles tinham problemas e a depressão, eu decidi ter uma conversa com a minha mãe.
Eu deixei de lhe contar o que sentia depois dos 13 anos, porque ela deixou de me apoiar, dizia que era normal, que iria piorar com o tempo, para eu ignorar, que ela não podia porque estava cansada, que os problemas dela agora eram maiores. Mas no fim de cada coisa desta que ela dizia, ela dizia sempre "mas compreendes não é c?"
Eu decidi que tinha que ser sincera com ela, e tentei faze ló durante muito tempo, mas eu não andava bem e não iria ter capacidade de compreender o ponto dela, ou ela andava mal. Ou até ela dizia que não tinha tempo para essas coisas. Uma vez eu tentei pedir lhe ajuda por causa do bullying e ela disse "ignora que isso passa" (durou 10 anos seguidos e até hoje tenho alguns problemas devido a isso.)
Na quarentena ela começou a ficar muito sufocante (eu não saio de casa há literalmente 110 dias). E eu decidi falar com ela e dizer:
"nos sempre falávamos e tu perguntava se eu compreendia, e eu compreendia, mas isso não significa que eu não sentisse as coisas. E quando eu dizia que compreendia tu começas logo "entao pronto escusas de estar com essas trombas, fogo C". A única coisa que quero mãe e que compreendas tu agora que não é por eu perceber as vossas coisas que eu não sinto as coisas e tenho direito de não estar bem também."
A minha mãe foi se super abaixo, ela sempre se apoiou imenso em mim, eu sempre fui mais concelheira dela ou apoio do que uma relação de mãe e filha, principalmente depois da separação deles. Quando eu lhe contei isto em vez de se focar no assunto começou a falar de como a vida dela foi complicada e por isso ela não tem a cabeça bem, e que era uma mãe horrível, mas que apesar de tudo o que passou tentou o melhor. Ela voltou a fazer o que fazia sempre que eu tentava falar com ela, focou se nela e nos problemas dela.
Eu falei por exemplo da situação do tribunal e disse:
"Eu compreendo que tu não queiras sentir que eras a razão pela qual o pai foi para a prisão, mas eu e o J(o meu irmão) já te tínhamos dito que não era a culpa tua, e depois de tudo eu senti me traída por teres tirado a queixa e ainda teres começado a defende ló a dizer que eu é que o andava a magoar". Ela simplesmente disse que eu tinha de compreender que ele foi uma grande parte da vida dela e que aquilo tudo de magoava, e eu só disse "sim eu compreendo te, ele é meu pai lembras te. Só te peço que percebas que também tenho direito a sentir me mal". E ela virou a história toda para ela e a fazer se de vítima e a valorizar mais o que ela estava a sofrer por tudo.
E agora vem o grande ponto, nessa conversa ela disse "eu vou te contar algo que só eu e o teu pai sabemos, tu não foste um acidente, eu e ele decidimos ter te de propósito para fugirmos de casa".
Quando ela me disse isso caiu me tudo, e tudo começou a fazer sentido. Eu tenho falado com o meu tio (irmão dela, eu e ele somos muito parecidos e os únicos racionais e imparciais nesta família) e já falei com a psicóloga do meu irmão/minha que tem acompanhado o meu irmão e a minha mãe, e cheguei a muitas conclusões.
Eu fui só uma desculpa para fugir de casa, eles tiveram me como desculpa para sair e passado um ano não conseguiram e tiveram de voltar para a casa dos meus avós. Na minha vida toda já mudei de casa 10 vezes porque eles nunca queriam viver com os meus avós mas nunca conseguiam gerir o dinheiro.
A minha família sempre me viu como um erro, e fui culpada por tudo e mais alguma coisa. Mas cada vez que eles queriam trocar de casa eu tinha que compreender e shiu.
Eu cheguei a conclusão que eu passei a minha vida toda a viver a vida deles. Sempre compreendi as coisas deles, sempre ajudei os apoiei e nunca me deixaram fazer nada.
Um exemplo, eu faço imensas coisas e quando alguém vem a minha mãe gaba se que a filha tem boas notas, tem imensos hobbies, muitos projetos, é boa a desenhar a cantar e por aí fora. Mas quando eu quero fazer algo levo logo com um não.
Eu organizei a banda da minha escola sozinha, e estava a frente disso tudo, e estava a ter ensaios da banda para a festa de Natal e a minha mãe fez de tudo para eu não ir aos ensaios só porque não. Depois anda a mostrar a tudo e a todos os vídeos da festa,a gabar se da filha dela fazer isto e aquilo, como se fosse graças a ela quando ela é que põem as barreiras todas contra. E chega mesmo a desvalorizar as coisas a dizer que o que eu faço são apenas hobbies, por exemplo desenhar (já vendi obras minhas e ela disse para cobrar metade do preço a sério só porque é um hobbie).
Não te contei tudo porque era mesmo muita coisa, mas hoje em dia simplesmente já tou farta. Graças a tudo o que eles me fizeram, eu não me sinto em família e muito menos em casa.
Consigo simplesmente apagar qualquer pessoa da minha vida, já não olho para eles da maneira como olhava, para mim eles já não são nada.
E o problema é, eu quero viver a minha vida. Eu quero agora quando acabar os exames ir trabalhar para guardar dinheiro para ir tirar o curso de psicologia na universidade, e a minha mãe não me deixa ir trabalhar. Diz que quer ser ela a pagar e que eu vou e venho todos os fins de semana e que vou continuar a viver com ela e dependente dela. E eu não quero isso, eu quero começar a minha vida.
Eu já tive 7 trabalhos na minha vida toda, já trabalhei desde os meus 15 anos fora da família (para a minha família desde os 10) e tinha dinheiro guardado.
Agora não tenho dinheiro nenhum, porque o meu pai não pagava a pensão de alimentos, e a minha mãe usou o meu dinheiro para por comida na mesa. (Ela usou o dinheiro que eu guardava do trabalho, o das bolsas que recebi e quando era pequena usava o que recebia como prendas).
Não tenho dinheiro nenhum, ainda não tenho carta nem carro, pois o dinheiro que era para isso a minha mãe gastou me o dinheiro e eu não quero que sejam eles a pagar me a universidade. Eu prefiro entrar na universidade daqui a 3 anos e pagar eu e ter a minha independência do que continuar dependente deles economicamente.
O problema é, a minha mãe esta outra vez com um esgotamento, e o meu pai também está muito mal com a depressão dele e anda a tentar comprar me para me voltar a ter. Basicamente eles andam me a prender mais e mais a eles.
E eu sei que se eu simplesmente ignorar tudo e todos, ignorar o assunto e seguir a minha vida e viver finalmente para mim, que eu sofro no primeiro mês mas que aseguir sigo a minha vida e depois de tudo o que me fizeram ao fim de tanto tempo já não vou sofrer mais.
No fim,foi tudo uma mentira enorme e eu fui apanhada no meio sem culpa.
Mas também sei que se eu o fizer, a família vai se toda a baixo.
A minha mãe perde o apoio, o meu irmão vai piorar (ele é igual ao meu pai, mas eu tenho andado a educa ló basicamente e anda a melhorar).
O meu padrasto vai acabar por largar a minha mãe (a relação deles é basicamente dependência amorosa e eu é que tenho andado a apoiar tanto um como outro e tem resolvido as coisas) e os meus avós vão sofrer ao ver a filha deles assim. Do lado do meu pai vao sofrer outra vez de eu me afastar (eles acham que me tem na mão).
Eu ando a pensar em acabar os exames, tirar a carta e fazer alguns dos meus projetos, e depois apartir de setembro preparo o terreno cá em casa para ir trabalho. E se começarem com problemas saio de casa.
Isto tem me chateado imenso a cabeça, tem me complicado imenso porque,quero viver a minha vida mas não queria simplesmente ter que curtar tudo com eles. Queria tentar resolver tudo de forma que desse para não haver tantos problemas.
As vezes ainda penso que sou eu apenas a ser uma adolescente a fazer birra e esqueco. Finjo que o problema sou eu é muito mais fácil de resolver assim, mas a minha saúde mental é muito mais importante e não posso continuar assim.
Sei que é complicado a história,mas turma digam me, sou a babaca por querer viver a minha vida sem problemas e fazer as minhas coisas depois de tudo?
PS: desculpem o tamanho do texto 😅
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2020.06.24 22:48 whote__ historia nada a ver mas precisava desabafar pq sinto que vou EXPLODIR

Não sei bem por onde começar, mas bem... Oi turma :) Prefiro deixar meu nome em off, queria contar uma historia que aconteceu/vem acontecendo há um tempo e eu sinto que vou sufocar se não conseguir falar isso pra alguem... Eu comecei a namorar um colega de faculdade no começo de 2019, ele tinha uma fama de sempre ser escroto com garotas, de ficar falando mal pelas costas, achei que fosse mentira, até pq na faculdade eu também tinha fama de piranha, mesmo sem ser (só havia ficado com duas pessoas da universidade inteira durante os 3 anos que cursei, larguei logo em seguida o curso). Enfim, mesmo se ele fosse essas coisas, achei que poderia mudá-lo... Bom, no começo era incrível, a gente se divertia muito, nosso ciclo social era o mesmo, então era muito mais fácil. A gente costumava ir muito pra barzinhos, bebia muito, mas eu nunca quis fazer nada a mais com ele, nunca me senti confortavel pra fazer coisas com ninguem e também nunca sequer senti vontade. Até ai tudo ok, até que um dia eu tava muito bebada e pedi pra ele me levar pra casa, encostei a cabeça no vidro do carro e fui dormindo no caminho, quando acordei ele tava me levando pra um motel, e eu entrei em panico e simplesmente desci do carro e sai andando sozinha na rua, de madrugada, até encontrar um posto de gasolina e então pedi um uber de lá. Depois desse dia eu decidi terminar, mesmo gostando muito dele. Passou um tempo, eu tava num role com uns amigos, ai acabaram soltando que ele tava ficando sério com uma menina (que se dizia muito minha amiga), e não faziam nem duas semanas que a gente tinha terminado, e eu no auge do alcool e da minha falta de noção, liguei pra ele, falei que tava com muita raiva, que amava ele, e tudo ele respondendo que se sentia do mesmo jeito, que queria ficar comigo mas não ia terminar com a carls só pq eu tava pedindo pra voltar. Enfim, mesmo com todo esse drama, ele continuou com ela, mas toda noite me ligava, falando que me amava e um monte de coisa linda, tal dia eu resolvi confrontar a menina, pq ela era minha amiga ne? Ela falou que não quis me dizer nada pq não queria me magoar, que ela tava apaixonada por ele e que sim, eles iam acabar namorando. Até que na vespera do meu aniversario, fui num evento na faculdade, que eu ja tinha largado nessa época, e como eram os melhores amigos que tinham organizado, eu fui pra dar meu apoio (e pra beber de graça também ne kkkk). Ele tava lá, e a menina não, acabou que o evento terminou umas 22h e eu disse que queria virar meu aniversário junto com a galera, dai a gente foi pra um barzinho e ficou por lá até meia noite, dai quando a gente tava indo pra cara, ELE insistiu com o pessoal pra deixar eu e meu melhor amigo em casa (pq a gente mora muito perto) dai ele deixou meu amigo em casa primeiro, e eu tava extremamente alterada, dai na hora que ele parou na porta da minha casa ele me beijou, e eu trouxa apaixonadinha deixei, mas ele ainda tava com a garota. Ok né, depois desse dia a gente voltou, só que as coisas ficaram meio estranhas, ele insistia pra me buscar na faculdade todo dia (eu tinha começado outro curso, a aula acabava 23h e ele morava do outro lado da cidade), ele ficava com raiva se eu não respondesse ele no whatsapp quando eu tava no trabalho, ou ficava puto pq quando eu chegava em casa e dormia, e ainda ficava entrando no assunto de sexo constantemente, e eu nao queria, sinceramente nao queria. Minha rotina era extremamente puxada, eu tava treinando pra um campeonato nacional (sou atleta de mma), entao de 7h até umas 10h~11h eu treinava, corria pra entrar no trabalho 12h e saia 19h e depois corria pra faculdade pra entrar 19h e sair 21h, então muitas vezes eu nao queria sair no fim de semana, eu so queria descansar, e ele tinha muita raiva disso. Até que no começo desse ano, bem no começo de janeiro, eu decidi terminar, pq nao tava conseguindo priorizar ele da maneira que ele queria, mas ai começou o problema, primeiro que quando eu falei que queria terminar ele soltou um "eu devia ter escutado meus amigos e nao ter namorado uma puta como voce", e detalhe que ele sempre ficava trazendo coisas do meu passado como se fossem muito erradas, tipo eu ter ficado com pessoas (????) como se fosse super errado... No dia que terminei, ele passou a noite inteira com o carro estacionado na frente da minha casa, e no outro dia e no outro... Começou a aparecer no meu trabalho, no estacionamento da minha faculdade, e foi ai que minha sindrome do panico voltou a atacar, comecei a ter crise de ansiedade, ataque de panico so de ver carro igual ao dele na rua. Então chegou ao ponto que eu não conseguia mais sair de casa, só consegui sair lá pro final de março, depois dos meus amigos insistirem muito, então a gente foi, curtiu uma noite muito daora, foi super divertido, uma dia perfeito. Mas como nada pode ser perfeito, quando a gente tava do lado de fora do barzinho decidindo qual ia ser a rota do uber, ele apareceu la do nada, ninguem tinha falado, ninguem tinha postado nada, eu implorei pros meus amigos nao falarem pra ninguem onde a gente ia estar, mas lá tava ele, sozinho no lugar que a gente tava. Eu comecei a passar mal, e pedindo pra ele ir embora, e ele dizendo que queria conversar comigo e que me deixava em casa, depois dele insistir muito e de contraria todos meus amigos eu aceitei ir com ele pra ver o que ele tinha pra falar, foi a pior ideia da minha vida. Então a gente tava no carro e ele começou a falar como eu tinha sido ingrata, como eu tinha sido uma namorada ruim e eu tava tão focada na conversa que não percebi que de novo ele tinha me arrastado pra um motel, e começou a insistir pra eu entrar com ele pq ele queria so terminar de conversar, e a gente nunca tinha como, e então eu nao aceitei, eu tava com medo, queria ir pra casa, meu celular tava descarregado, e ele começou a insistir que eu subisse, e eu nao queria, até que consegui me soltar dele e, posso estar louca mas posso jurar que ele me empurrou da escada, mas foi meu jeito de fugir e sai correndo até chegar na recepção e pedi pro cara chamar um uber pra mim, meu braço tava doendo muito. Consegui sair de la, cheguei em casa chorando mas não podia contar o que tinha acontecido/o que vinha acontecendo pros meus pais pq eles são muito crentes e iam acabar me culpando por tudo, então inventei uma historia qualquer pra minha mãe pq ela ja tava com muita raiva de mim por estar chegando 4h da manha em casa, então tomei um banho e fui dormir, e com meu braço doendo muito. No outro dia meu braço tava super inchado, minha caixa de mensagem lotada de mensagens dele me xingando. Fui no hospital bater um raio x do braço, descobri que tinha quebrado, acabei perdendo o campeonato que eu tanto treinei pra participar e ficou por isso. Logo em seguida perdi meu emprego por conta da quarentena, tenho zero ideias de como vou pagar minha faculdade proximo semestre, e até hoje recebo constantemente mensagens dele me xingando e no outro dia pedindo desculpas pq ele me ama... Isso consome minha cabeça 24/7, penso nisso o tempo todo, tenho pesadelos todas as noites, então so durmo a base de remedio, e nunca pude contar nada pra minha familia pq eu que estaria errada nisso tudo. Peço desculpas a quem leu até aqui, eu literalmente so precisava desabafar...
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2020.06.23 00:46 piremari Vida nova sem os pais

Oiiiieeee galerys, sou nova aqui e não entendo bem as coisas mas queria a opinião de vcs... Bem vamos a minha história (desculpa qualquer erro de português kkkk)
CONTEXTO:
Bem eu sempre fui uma menina que obedecia cegamente meus pais quase não saia pra dormir na casa das amigas, sou de uma família onde meu pai é EXTREMAMENTE conservador kkkkk mas ele sempre quis meu bem e minha mãe não é conservadora mas também não dá opinião ela sempre fica meio fora das brigas ou do lado do meu pai por ser o pai né.
Bom com 17 anos eu comecei a futricar no Tinder hahahahahaha com permissão da minha mãe daí achei um cara que fomos conversando e virou meu namorado que hj em dia somos casados. Ele foi meu primeiro namorado primeiro beijo primeiro tudo kkkkkk e somos extremamente felizes ele é incrível 😁😁😁 mas antes de casarmos meus pais disseram que para fazermos coisas mundanas kkkkk precisávamos estar casados no papel pq isso é o certo (na visão cristã do meu pai)
Daí eu obviamente por não concordar fiz tudo as escondidas depois de uns meses meus pais descobriram e minha vida virou um terror obs.: Esperei até os 18 pra fazer fucfuc pra ter menos b.o. e fiz tudo do jeito certo com métodos contraceptivos fui no médico tudo lindo nessa parte.
Por eles terem descoberto meu pai virou outro cara, pq por mais que ele fosse religioso e conservador ele era incrível pra mim me deu tudo oq eu precisava e comprou instrumentos violão guitarra pra que eu tivesse uma oportunidade melhor na vida, ele é meu herói na vdd kkkk mas o homem que ele virou foi horrível na época a gente brigava só de estar no mesmo cômodo, eu só ficava no quarto até jantava no quarto pra não ver ele.
Chorei horrores, isso me afetava muito pq já era foda o trabalho de telemarketing parece bobo essa reclamação mas ouvir de alguém que vc não conhece que vc é um lixo ou qualquer palavra de ódio em um dia ruim é desastroso.
AGORA VEM O JULGAMENTO:
Cansada dessa situação eu decidi (não só por isso pq amava meu namorado) decidimos casar ou morar juntos pq não foi no papel, fizemos tudo escondidos pois meu pai ia atrapalhar se descobrisse. Compramos algumas coisas pra gente tv sofá etc e levamos os móveis pra casa da minha sogra que sempre nos ajudou 💜 .
O problema é que minha família tinha entrado numa dívida terrível por má gestão e luxos desnecessários pra piorar minha irmã que estava casada tinha divorciado e virado mãe solteira de 2 meninos kkkkkk trazendo mais dificuldade para os meus pais.
Nessa época eu estava juntando boa parte do meu dinheiro junto do meu namorado para os móveis pra gente mudar e eu sair daquela situação na casa dos meus pais.
Eu fiquei e ainda fico quando penso nisso muito triste por não ter ajudado em tudo que eu podia pois eles estavam em necessidade e eu comprando móveis (ninguém passou fome tipo não foi desse nível pois meus pais foram se endividando pra não acontecer isso até o carro foi renegociado pra ter um empréstimo não sei bem disso).
E aí uma semana antes (não lembro bem quanto tempo exatamente) contei para os meus pais que estava saindo de lá e ia morar com meu marido na casa da sogra foi difícil mas fui e nem tinha como meu pai não deixar pq eu já tinha tudo planejado de certa forma e tudo pronto com móveis lugar sabe...
Quero saber se fui a babaca por deixar meus pais endividados não ter ajudado nas compras com todo meu salário pois comprava móveis, fui babaca em não contar do meu "casamento"?
Obrigada por lerem e bom dia/boa tarde/boa noite!!!😗😗
Ps.: Hoje 2020 (a história de passou em 2018) eu e meu marido ainda moramos na casa da sogra mas tudo flui muito bem somos felizes e meus pais agr são felizes da minha vida estar bem mesmo eu não tendo casado no papel e eles ainda estão endividados a última dívida que meu marido viu era 11.000 pra pagar.
submitted by piremari to TurmaFeira [link] [comments]


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